Aprendendo com os erros
(autoria por mim desconhecida)
Na vida não precisamos acertar sempre, mas a cada dia errar menos.
E é necessário que a cada erro, aprendamos o máximo possível.
Para que esses erros tornem-se experiências aproveitáveis, das quais precisaremos no futuro, para não cometer os mesmo erros.
Mesmo sabendo que muitas dessas experiências machucam, trazem-nos lembranças que fazem sofrer, e que preferimos esquecer.
Ainda assim, temos que ter consciência que devemos aproveitá-las para cada dia errarmos menos e acertamos mais.
Porque a vida é assim, cheia de surpresa e precisamos aprender a conviver com ela.
Caso contrário, não conseguirá ser alguém, e certamente não estamos aqui por acaso, sem razão, á toa, sem um objetivo a conquistar.
Estamos em busca de um espaço, para deixarmos de ser mais um neste mundo.
Por isso temos obrigação de aprender a viver e conviver com a realidade.
Tendo consciência de que em nossas mãos está o nosso futuro.
Dependendo principalmente do que somos no presente, o que seremos neste futuro bem próximo.
Precisamos ter em mente algo muito importante:
Que devemos ser sempre nós mesmos, respeitando ao nosso próximo como a si próprio.
Quando vir que isto está acontecendo, então sentiremos que nossos erros tornaram-se experiências.
E que isso, é como um sinal de nosso amadurecimento.
Ou seja, que deixamos de ser crianças e passamos a ser adultos, não no físico e sim no mental.
Prolongue o efeito do desodorante e afaste o mau cheiro nas axilas
Com essas dicas você atravessa a jornada de trabalho sem preocupações com cheiro de suor
Por Minha Vida
Ele é tão importante quanto o sabonete ou a pasta de dentes, por exemplo. O seu desodorante garante um corpo refrescante por horas a mais, além de preservar suas axilas e a roupa do cheiro desconfortável de suor. Que tal, então, prolongar o feito do seu produto favorito por mais tempo?
Para que o desodorante agüente a jornada de trabalho, sem correr o risco de ver as manchas surgirem na camisa, o especialista Angel Lizárraga, diretor da Associação Brasileira de Cosméticos, recomenda que os cuidados comecem durante o banho. A flora bacteriana existente nas axilas reduz a eficiência do produto , explica.
Primeiro, lave a região com sabonete antibacteriano para eliminar os microorganismos causadores do mau cheiro. Seque-se bem, pois a pele úmida dificulta a penetração do produto.
Também é importante prestar atenção no tipo de tecido que constitui suas roupas. Os sintéticos abafam demais e dificultam a transpiração, favorecendo o odor desagradável. Quem sua demais, deve evitar esse tipo de material em qualquer época do ano. Já quem não sofre com o problema deve privilegiar as roupas de algodão nos dias quentes, pelo menos.
Se você costuma tomar banho e seguir direto para a cama, pode dispensar o uso noturno dos desodorantes. Isso porque a maioria das fórmulas conta com agentes que bloqueiam as glândulas sudoríparas (que mal trabalham enquanto o corpo repousa). Além disso, a pele vai permanecer com resíduos químicos até o dia seguinte, sem necessidade , afirma Angel.
Cheirinho de banho
Afaste as preocupações com o suor, seguindo estas dicas
Na hora do banho: lave bem as axilas com buchas e sabonetes anti-sépticos. Seque bem a pele após o banho.
Recheie o guarda-roupa: prefira peças de algodão. Os tecidos sintéticos, como o elastano e a elanca, retêm o suor e dão mais chance para as bactérias entrarem em ação. Durante o dia, privilegie roupas de cores claras e que não apertem as axilas. Evite também tecidos grossos ou pesados, pois eles impedem a transpiração eficaz. Não repita roupas usadas de maneira nenhuma e evite usar roupas de outras pessoas.
Menos suor: mantenha a virilha e as axilas depiladas, pois isso ajuda a evaporar o suor e a diminuir o odor causado pelas bactérias, cuja proliferação é favorecida pela umidade retida nos pêlos. Compressas com chá preto ajudam a diminuir o suor, graças à presença de ácido tânico, que desacelera a produção da glândula sudorípara. Desodorantes antiperspirantes obstruem os ductos das glândulas sudoríparas, reduzindo a produção de suor.
Sem perfume: nunca escolha o desodorante pelo cheiro. Ele pode ser com ou sem perfume, porque seu efeito depende mesmo é da produção potencial de suor de cada indivíduo, da sua propensão a atrair bactérias e da capacidade desodorante do produto.
Repassar: os desodorantes antitranspirantes têm efeito mais prolongado, podendo inclusive ser usados uma vez ao dia, enquanto os mais suaves costumam exigir reaplicação - para quem transpira muito, de cinco a oito aplicações por dia.
Hidratação: o uso de talco, soluções caseiras e perfumes nas axilas não são aconselháveis pelos médicos, porque podem comprometer a transpiração ou irritar a pele. Uma solução pode ser manipular substâncias à base de hidróxido de magnésio (leite de magnésia comum) e passar duas vezes ao dia, após o banho. Fale com o seu dermatologista sobre isso.
Mais sensível
Após a depilação, sua pele fica naturalmente mais sensível, irritando-se com facilidade. Por isso, evite passar desodorantes, e outros produtos químicos, nas 24 horas seguintes à eliminação dos pêlos.
Exagerar no chocolate provoca bagunça no organismo
Ganho de peso, refluxo, acne e até diarreias podem acometer quem passa do ponto
Por Adriane Zimerer
Preto, branco, crocante, amargo, recheado, light ou diet. São camadas e camadas de chocolate que dão forma ao ovo mais saboroso do planeta: o ovo de Páscoa. Além disso, barras de chocolate, bombons e trufas encorpam a cesta da comemoração mais doce do ano.
O problema é que com tanta opção fica fácil passar do ponto na quantidade ingerida, e como todo excesso, o de chocolate também faz mal ao organismo. Segundo Pedro Saddi, médico endocrinologista e clínico geral da Universidade Federal de São Paulo, um dos maiores impactos é com relação ao ganho de peso.
"O chocolate é rico em açúcar e gorduras, concentrando muitas calorias. Quem come demais, e não queima a energia adquirida, vai engordar", afirma o especialista. Mas não é só isso.
O sistema digestivo também sofre com a comilança do chocolate. É que esse doce possui substâncias que podem provocar refluxo dos sucos gástricos, uma ação que acontece quando o conteúdo ácido do estômago retorna para o esôfago, provocando, ardor, queimação e mal-estar.
"A intensidade varia de pessoa para pessoa. Mas é preciso procurar um médico para analisar os prejuízos", explica o especialista.
Reações alérgicas
O chocolate pode desencadear alguns processos alérgicos quando consumido em excesso. A nutróloga, Daniela Hueb, membro efetivo da Sociedade Brasileira de Medicina Estética, explica que alguns estudos revelam que crianças chegam até a desenvolver uma rinite alérgica muitas vezes confundida com resfriado.
Outras reações comuns derivadas do alto consumo deste alimento são coceiras, irritação na pele com vermelhidão e bolhas, diarreia e até falta de sono.
A acne pode aparecer em pessoas que tem a pele oleosa ou com tendência maior para ter cravos e espinhas, se a ingestão de chocolate for grande. Outro desprazer são as crises de enxaqueca, que podem ser desencadeadas pelo consumo da guloseima.
Mas, segundo especialistas, não há estudo que comprove a relação do chocolate com dor de cabeça ou espinhas. Quem sofre desses males deve observar se a doença se agrava após a ingestão do alimento e maneirar no consumo.
Quanto posso comer sem passar mal?
De acordo com o endocrinologista Pedro Saddi, em geral, a quantidade de 100 gramas por dia de chocolate seria uma boa medida de consumo.
"Um quilo de chocolate tem cerca de cinco mil calorias, ou seja, é duas vezes e meia o montante de calorias que um homem adulto necessita consumir em um dia. Dessa forma, um pedaço pequeno já tem calorias consideráveis", diz ele.