segunda-feira, janeiro 28, 2013

12 tipos de mulheres solteiras



12 tipos de mulheres solteiras
A autora Michelle Cove entrevistou mais de 100 mulheres solteiras e traçou alguns perfis
Por Carolina Werneck

A solteirice é uma fase fantástica na vida de qualquer mulher. Antes de decidirmos juntar a nossa escova de dente com a de algum bonitão por aí, passamos por fases que vão desde a fascinação total pela liberdade que a vida de solteira nos proporciona, passando por etapas de aceitação da condição solitária, até a completa depressão – que ocorre, normalmente, quando todas as amigas estão namorando, e passa assim que elas voltam a ficar solteiras, em um ciclo (quase) sem fim.

Quando as mulheres estão fora de um relacionamento, tendem a se comportar das mais diversas maneiras. A escritora Michelle Cove acaba de lançar um livro entitulado “Seeking happily ever after: navigating the ups and downs of being single without losing your mind (and finding lasting love along the way)” – ou, em português, “Buscando o ‘felizes para sempre’: navegar os altos e baixos de se estar solteira sem perder a cabeça (e encontrar um amor duradouro no meio do caminho)”.

Para escrevê-lo, a autora entrevistou mais de 100 mulheres acerca de relacionamentos e das coisas que elas esperam deles, bem como do que as deixa infelizes quando estão envolvidas com outra pessoa. Ao final do processo de entrevistas, Cove finalmente chegou à conclusão de que a maioria das mulheres com quem entrou em contato se encaixava em um dos 12 perfis de mulheres solteiras.

1 – A caçadora da alma gêmea
Essa mulher espera trombar com um homem que foi desenhado especificamente para ela. Ela espera “O” cara.

2 – A fênix
A mulher fênix experimentou recentemente um término doloroso. Agora, ela pretende fazer de tudo para superar a crise e dar a volta por cima.

3 – A natural
Ela prefere seguir sua vida normalmente ao invés de ficar procurando pelo homem ideal. Acredita que o destino o trará naturalmente até ela.

4 – A princesa à espera do Príncipe Encantado
A mulher com esse perfil está, definitivamente, à espera de um príncipe que a resgate.

5 – A que está em “stand-by”
Ela não dá início a nada em sua vida até que seu parceiro ideal apareça.

6 – A “espírito livre”
Ela teme escolher entre uma coisa ou outra: um vida independente ou um relacionamento sério. Dessa forma, opta pela independência.

7 – A desesperada por um casamento
Após passar 70% de sua vida sem dar a mínima para o assunto casamento, essa criatura de repente se vê desesperada por encontrar um homem para chamar de seu.

8 – A rebelde
Ela já não espera levar o estilo de vida pacato e pouco original escolhido pelas demais pessoas da sociedade, porque já o experimentou uma vez.

9 – A inventora de novos rituais
Essa mulher gosta de criar suas próprias tradições. Apesar de desejar verdadeiramente se casar, ela tem opiniões muito firmes quanto a realizar uma cerimônia fora dos padrões.

10 – A quem sabe futura mãe
Ela até pensa em ter filhos algum dia, mas desejaria não sentir tanta pressão biológica para fazê-lo cedo.

11 – A “devagar e sempre”
Casamento está nos planos, mas apenas quando for o momento certo. Enquanto isso, ela tenta não ceder à cobrança da família, da sociedade e até mesmo dos amigos.

12 – A desbravadora
Como sabe que a vida de casada não foi feita para ela, essa mulher tenta encontrar novas trilhas para a felicidade.

Não importa em qual dessas categorias você se encaixa, o importante é aproveitar e aceitar a “entressafra” de relacionamentos para redescobrir a si mesma, satisfazendo todas as suas vontades enquanto você não tem ninguém de quem cuidar.

sexta-feira, janeiro 18, 2013

10 dicas para manter a saúde do seu casamento


10 dicas para manter a saúde do seu casamento
Drible os desafios conjugais e mantenha uma relação saudável
Por Amanda Saraiva

O namoro é a fase mais gostosa do relacionamento, onde tudo é novidade e a paixão reina. Quando chega o casamento o clima também é ótimo. Na ânsia de poder dividir a mesma casa os dois vivem às mil maravilhas. Mas com o tempo, as coisas podem esfriar. A rotina, os conflitos e a falta de diálogo começam a gerar incômodo e até os momentos quentes podem ficar cada vez menos frequentes.

Para driblar as armadilhas do matrimônio, a terapeuta de casais Lidia Rosenberg Aratangy, autora do livro O Anel Que Tu Me Destes – O Casamento No Divã (Primavera Editorial) lista algumas dicas importantes para você manter seu casamento longe de crises.

1 – Exponha seus desejos
Nada de esperar que seu marido adivinhe o que você deseja. Diga claramente o que pensa. Assim, poderão evitar frustrações.

2 – Respeite as manias
Em vez de discutir por causa dos costumes dele, tente entender, acostumar-se e aceitar. Afinal, ninguém tem sempre razão e você não conseguirá mudá-lo.

3 – Respeite limites
Estabeleça e tenha claro seus limites sentimentais e físicos. Não prometa mais do que pode e seja sincera.

4 – Aprecie a companhia
Valorize a presença de seu amado. Não banalize os momentos que passam juntos. Aproveite até mesmo aquelas horas em que vocês estão lado a lado, distraídos e conecte-se a ele. “Coloque a mão em sua perna ou simplesmente converse sobre o que estão fazendo”, indica a terapeuta.

5 – Cultive as amizades
O relacionamento também precisa da presença de amigos. A convivência com eles faz com que cada um tenha seu espaço.

6 – Controle a raiva
Nada pior do que, em uma briga, falar demais. Por isso, não deixe o rancor falar mais alto. E, se precisar, afaste-se e deixe a conversa para depois, quando os dois estiverem com a cabeça fria.

7 – Interesse-se por seus desejos
Mais do que marido e mulher, vocês devem ser parceiros. Conversem sobre os desejos, sonhos e planos de ambos. Esta atitude fará com que estejam sempre conectados.

8 – Períodos de solidão
Ás vezes é preciso que cada um tenha um momento sozinho. Além de natural, é necessário. Mesmo que não ocorra simultaneamente.

9 – Deixe o passado para trás
Se algo que aconteceu há algum tempo a machucou, não relembre o assunto. Caso já tenham conversado sobre o assunto e você decidiu aceitar as desculpas do seu amado, de nada vale a pena relembrá-lo. Isso só causa dor aos dois.

10 – Negocie
Disputar por algum assunto não é a melhor saída. Que tal achar uma terceira opção que agrade os dois? Debatam os assuntos que vocês discordem. Desta forma, ninguém sai perdendo ou chateado.


segunda-feira, janeiro 14, 2013

Ciúme até onde é saudável


Ciúme: até onde é saudável?
Não deixe que esse sentimento prejudique seu relacionamento
Por Amanda Saraiva

Todas nós já tivemos ou conhecemos alguém que já teve um relacionamento em que o ciúme imperava. É certo que todo mundo tem um pouco. Só que este sentimento pode destruir, atrapalhar ou dar aquela apimentada na relação. Se você tem problemas com isso, mas acha que o caso está perdido, engana-se. Ao contrário do que muitas pessoas pensam, há como conviver com o ciúme de forma saudável. E, para nos ajudar a entender melhor o assunto, procuramos o especialista em relacionamentos e ansiedades, Alexandre Bez, para falar sobre o assunto.

Os motivos podem ser vários, entre inúmeros aspectos, como emocionais ou até por conta de uma situação específica. No geral o ciúme está ligado à insegurança. Não existe um sentimento diferente do outro, o que varia é o entendimento da situação por parte de cada um. Mas Bez explica que não é por que alguém é inseguro que é, necessariamente, ciumento. “Uma pessoa por ser insegura em outros pontos da vida, mas não em seus relacionamentos”, diz.

Há ainda quem considere o ciúme como um sinal de amor, o que não está errado, segundo o especialista. “Desde que seja normal e não atrapalhe nem interfira na vida do parceiro, o sentimento é uma demonstração clara de afeto”, comenta. Apesar disso, Bez ressalta que o exagero pode indicar posse, e não amor.

Quando o sentimento é excessivo e anormal, ou seja, quando as cobranças passam dos limites, ele pode ser considerado uma doença. “O ciúme abusivo é aquele que traz tudo o que a relação não precisa. Especialmente quando a outra pessoa é independente, madura e racional”, comenta Bez.

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, há ciúme sadio, sim. Trata-se daquele que revela preocupação com a relação e é controlado, e não exacerbado. “Quem ama, tem o medo de perder, mas sabe se colocar em seu devido lugar, respeitando os limites do parceiro, sem prejudicá-lo”, comenta o especialista.

Cada pessoa tem o ciúme num grau diferente, de acordo com a sua personalidade. O saudável é não passar da dose ou exagerar. “É importante observar a personalidade do parceiro. Geralmente, os ciumentos em potencial são agressivos, possessivos e mandões. Acham que o outro é uma propriedade que pertence a eles”, completa o especialista. Para solucionar o problema, o casal deve dialogar para haver entendimento da situação e do próprio relacionamento. Assim, se o ciúme não tiver fundamento, o assunto será resolvido rapidamente.