sexta-feira, junho 10, 2016

Trabalho x Redes Socicais

Trabalho x Redes sociais
Autoria por mim desconhecida

Quem tem um emprego fixo ou está à procura de um deve ter um cuidado redobrado com aquilo que posta nas redes sociais. Palavras mal colocadas podem imediatamente se tornar pontos negativos no ambiente de trabalho.

“Todo tipo de exagero pode gerar problemas. Pergunte-se sempre: ‘O que meu chefe pensaria sobre esta foto?’. Se a resposta é: ‘Faria um péssimo juízo de mim’, essa foto não deve ir para a Internet. E por favor, não é hora de ser imaturo, e pensar:

‘Dane-se a opinião dele!’. O ser humano é livre para fazer escolhas. Só precisamos entender que, ao fazer escolhas, precisamos estar preparados para assumir o ônus e o bônus dessas escolhas”, aconselha Márcia Luz, psicóloga e coach executiva formada pelo ICI (Integrated Coaching Institute).

“Há uma linha divisória entre o bom senso e o extrapolar. Há sempre aquelas comunidades ‘odeio acordar cedo’, ‘odeio meu trabalho’, ‘baixo filme no trampo’, ‘voodoo no meu chefe’, além de outros fatores, como currículo e portfólio desatualizados e tweets agrassivos ou que de alguma forma ofendam o ambiente de trabalho”, aponta Marina.

E um aviso importante para os candidatos que vão participar de uma seleção de emprego: muitas empresas, além de analisar o currículo, também fazem uma consulta às redes sociais.

“Grande parte das empresas faz isso. Pode-se saber muito sobre um candidato navegando na Internet. E não adianta se sentir ofendido com a invasão de privacidade, pois se está na mídia, a informação passou a ser pública. O que você faz em sua vida particular mostra que tipo de ser humano e, portanto, que tipo de profissional você é. Não coloque na Internet o que você não quer ver divulgado”. Finaliza Márcia.


quarta-feira, junho 08, 2016

Alimentação Orgânica

Vantagens da alimentação orgânica
Agrotóxicos e adubos sintéticos passam longe desses alimentos, pra lá de saudáveis
Por Carolina Werneck

Comer de maneira saudável é importante para manter a saúde em dia. O primeiro passo é incluir no cardápio frutas, verduras e legumes preparados das mais diversas formas. Consumir esse tipo de alimento reorganiza as funções do organismo, que passa a funcionar melhor ao longo do dia, diminuindo problemas de saúde e a sensação de mal-estar provocada pelos excessos alimentares.

No entanto, hoje em dia, encontrar alimentos que sejam de fato saudáveis nem sempre é tarefa fácil. A menos que você viva na zona rural ou possua uma horta no quintal de casa, estará muito propensa a consumir produtos de origem vegetal impregnados de agrotóxicos, tão prejudiciais à saúde humana.

Os agrotóxicos, necessários durante o plantio e cultivo em larga escala porque ajudam a controlar pragas que possam atacar a safra, são usados pela maioria dos agricultores visando aumentar os lucros obtidos a cada colheita. Essas substâncias, além de prejudicarem as funções orgânicas de quem consome os alimentos a elas submetidos, ainda agridem o meio ambiente.

Tudo isso faz parte de um leque de informações que recebemos ainda no Ensino Fundamental, nas primeiras aulas de ciências. O que pouca gente sabe é que os agrotóxicos também são apontados como responsáveis pela ocorrência de doenças do aparelho digestivo, alguns tipos de câncer, infertilidade, enfermidades neurológicas e degenerativas, como o Mal de Parkinson e mesmo o Alzheimer.

De acordo com um levantamento feito pela Anvisa os alimentos mais contaminados por agrotóxicos são o pimentão (92%), morango (64%), pepino (58%), alface (54%), abacaxi (33%), couve (32%), mamão (30%) e tomate (16%).

Para fugir desse problema uma boa solução é optar pelos chamados “alimentos orgânicos”. Produzidos sem o uso de adubos sintéticos, esses alimentos normalmente são cultivados em solos equilibrados e ricos em nutrientes.

E os hidropônicos?
Os alimentos hidropônicos são cultivados em estufas, e recebem adubos sintéticos diluídos na água, principalmente nitritos. Esses adubos poluem a água e aumentam o risco de câncer para quem consome os vegetais.

O Brasil possui uma legislação específica para mostrar o consumidor se o produto que está levando para casa é mesmo orgânico, popularmente essa lei ficou conhecida como Lei dos Orgânicos. Todo alimento orgânico de verdade leva um selo fornecido pelo Ministério da Agricultura.

Não se engane: nem todo alimento produzido sem agrotóxicos é orgânico. Se nele for usado adubo sintético, o selo não pode ser usado. Além disso, o produtor que desejar cultivar alimentos orgânicos também precisa seguir diversas regras de respeito ao meio ambiente e aos trabalhadores envolvidos na produção.

segunda-feira, junho 06, 2016

Benefícios do Mel

Os benefícios do mel
Conheça os benefícios que o mel pode trazer para a saúde e inclua este alimento na sua dieta.
Por Deborah Busko

Se você ainda não usa o mel na sua alimentação, saiba que está perdendo os diversos benefícios que este alimento oferece para nossa saúde. Natural e completo, o mel é riquíssimo em elementos nutritivos. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, ele tem mais de 70 substâncias essenciais ao organismo. Contém água, frutose, sacarose, glicose (carboidratos), potássio, ferro, sódio, enxofre, cobre, fósforo, zinco, selênio, cloro, cálcio, magnésio, vitaminas do complexo B, vitaminas A, E, C e alguns tipos de aminoácidos (proteínas).

Depois desta vasta lista de nutrientes, fica fácil saber por que o mel deve constar na dieta de todos, com exceção de pessoas diabéticas. Os benefícios do mel são conhecidos há muito tempo e você com certeza já ouviu aquela receitinha caseira infalível que leva o ingrediente, mas vale a pena reforçar o que este rico alimento pode fazer.

Substituir o açúcar pelo mel é uma escolha saudável e mais saborosa. Uma colher (chá) de açúcar fornece cerca de 40 calorias, enquanto a mesma medida de mel contém 25 calorias. Mesmo assim, o ideal é consumir diariamente até duas colheres (sopa) para aproveitar todos os benefícios do mel para a saúde. Com poder adoçante duas vezes maior que o do açúcar, pode ser usado na combinação com frutas, leite, iogurte, pães e biscoitos, cereais e até bebidas, como sucos e cafés. É também um ótimo complemento alimentar.

Além de ser um excelente adoçante natural, o mel pode ajudar a tratar de doenças como gripe, asma, amigdalite, bronquite, problemas de circulação e dos músculos. A substância produzida pelas abelhinhas é ainda um dos melhores e mais eficientes remédios contra os efeitos da gripe e resfriados e prepara o corpo para se defender de infecções. O mel também fortalece o sistema nervoso, ajuda a desintoxicar, facilita a digestão, é um excelente antisséptico e antibiótico.

E a lista não para por aí. Como efeitos do mel, podemos citar ainda que ele protege de infartos e reduz o colesterol, previne a anemia, acalma e combate a insônia, cura feridas e queimaduras.

Tipos de mel
Conheça os tipos de mel mais encontrados nas prateleiras e saiba para que cada um deles é indicado.

Mel de flor de eucalipto: é escuro e tem gosto forte. Indicado para aliviar tosse e sintomas de resfriado, bronquite, sinusite e dor de garganta.

Mel de flor de laranjeira: é um dos mais saborosos. Claro e perfumado, é indicado para acalmar, combater a insônia, regular o intestino e prevenir cãibras.

Mel de flor do campo (silvestre): A cor e o gosto variam de acordo com a variedade das plantas que o originaram. Ótimo para soltar o intestino e eliminar toxinas do organismo.