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sábado, junho 25, 2016

Dicas de boa convivência para quem divide o lar

Dicas de boa convivência para quem divide o lar
Confira algumas sugestões do que vocês podem adotar na rotina da casa e evitar conflitos.
Por Andressa Dias

Dividir o lar com alguém não é tarefa fácil. Porém, com alguns cuidados é possível tornar essa tarefa mais organizada e fazer com que isso seja mais agradável do que parece ser.

Sugerimos algumas formas de lidar com essa situação para você e quem mora com você tenham uma vida tranquila, evitando possíveis problemas. Confira.

Mantenha as finanças organizadas e em dia
Para evitar problemas como conflitos sobre o pagamento ou não de alguma conta, é essencial manter tudo organizado e bem registrado. E para que isso seja possível, a dica é centralizar os pagamentos todos em uma pessoa.

Vocês podem entrar em consenso sobre quem paga as contas e recolhe o dinheiro, bem como faz planilhas para manter os valores registrados. Outra sugestão é fazer recibos para que não haja o problema de alguém dizer que pagou algo que não pagou, ou ainda, um cobrar algo que o outro já pagou.

Por esses motivos é importante manter tudo muito bem organizado e anotado e nunca “deixar para lá” quando o assunto é dinheiro. E quando se tratar de compras da casa, o que for comum a todos (produtos de limpeza, por exemplo) pode ser dividido igualmente, enquanto os outros itens de consumo pessoal deve ser pago por quem os adquiriu.

Quem cuida das finanças tem um pouco mais de trabalho do que quem apenas entrega o dinheiro para ela, portanto, para tornar o compartilhamento de responsabilidades entre vocês um pouco mais justo, quem cuida das finanças pode ter um desconto na parte dele ou dela das contas da casa.

Divida as responsabilidades entre vocês
Assim como a responsabilidade pelo dinheiro tem que ser de alguém, a responsabilidade de limpar e organizar a casa também precisa ser distribuída. Vocês podem dividir por semana – cada um limpa em uma semana ou ainda dividir por atividade – enquanto um de vocês limpa a sala o outro limpa a cozinha.

Essa divisão de tarefas precisa ser muito bem esclarecida, mas pode ser flexível dependendo do nível do relacionamento entre vocês. Vale lembrar que se não for sua semana de fazer a limpeza você não pode abusar sujando e bagunçando a casa toda, tenha consideração pela pessoa que divide o lar com você.

Uma maneira de manter a divisão organizada é tendo uma lista onde vocês podem anotar o que é responsabilidade de cada um e checar quando estiverem com dúvidas.

Criem regras para manter a ordem na casa
É necessário criar alguns combinados entre vocês para que o convívio não se torne uma bagunça onde cada um faz o que quer, do jeito que quer e a hora que quer. Conversem e determinem algumas regras básicas para manter a casa em ordem. Confira alguns exemplos de regras que vocês podem usar:

•Não preparar janta após às 22h;
•Não trazer estranhos para casa sem consultar quem mora na casa antes;
•Não entrar no quarto dos outros moradores ou pegar objetos emprestados sem pedir;
•Não ligar música alta demais;
•Não convidar amigos para passar um tempo na casa.
Essas são apenas algumas ideias, mas lembre-se que as regras podem ser mais flexíveis e elas dependem muito do tipo de relacionamento que você e seus companheiros de lar tem.

Tenham um meio de comunicação para eventuais reclamações. A comunicação entre vocês é um ponto chave para a boa convivência e deve ser tratada com a devida importância. Quando acontece algo que uma das pessoas que mora na casa não gosta, ela deve ter meios para expressar isso, assim evita-se o conflito desnecessário.

Vocês podem se falar cara a cara sobre o que não gostam, ou, se preferirem podem escrever um para o outro o que foi que aconteceu que não o agradou. Vale ressaltar que isso deve ser feito de forma educada e cordial para evitar ofensas.

Seguindo essas dicas, vocês evitam problemas maiores. Infelizmente, alguma pequena discussão durante o tempo que vocês compartilharem o lar será inevitável, mas quanto mais isso puder ser evitado – melhor. Então use do bom senso e seja cordial, assim vocês terão uma convivência pacífica e agradável. E se não der certo, por que não dividir o lar com outras pessoas? Afinal, ninguém é obrigado a se dar bem com todo mundo.






sexta-feira, junho 17, 2016

Aversão ao compromisso?

O que é a aversão ao compromisso?
Pesquisadores suecos afirmam que uma alteração genética pode ser a causa do problema, nos homens.
Por Carolina Werneck
www.dicas.com.br

Sabe aquele cara com quem você saiu algumas vezes e que depois, quando a relação começou a apresentar sinais de um compromisso mais sério, pareceu simplesmente ter se desintegrado na atmosfera? Pare de sentir ódio por ele. O coitadinho pode ser portador de uma alteração genética que o impede de assumir compromissos amorosos.

Brincadeiras à parte, um grupo de pesquisadores do Instituto Karolinska, na Suécia, descobriu o que pode ser (em partes) a explicação para o pânico que alguns homens parecem sentir de assumirem uma relação séria. Alterações no gene AVPR1A seriam responsáveis por uma predisposição de seus portadores a manter apenas relacionamentos esporádicos e fugazes, sentindo-se aprisionados quando em uma relação monogâmica.

O estudo, liderado pelo jovem pesquisador Hasse Walum, foi publicado na revista norte-americana Proceedings of the National Academy of Sciences e demonstra que esse gene funciona, entre outras coisas, auxiliando o corpo a regular os níveis de vasopressina no cérebro. Esta substância está associada à agressividade masculina, bem como à capacidade de desenvolver laços emocionais ou afetivos.

O método de realização da pesquisa foi entrevistar um total de 552 pares de gêmeos, com idades entre 37 e 64 anos, que dividissem a casa com uma mulher. Os pesquisadores detectaram mutações no AVPR1A em 220 do total de voluntários.

Este grupo se declarava mais infeliz dentro do relacionamento do que aqueles que não apresentavam alterações no gene. Cerca de 50% dos portadores afirmaram pensar em terminar a relação. Destes, 48% não se consideravam casados.

Lembre-se que todos os entrevistados viviam com uma mulher, o que demonstra o quanto a tendência à poligamia aumenta nos portadores da mutação. Entre aqueles homens que não a possuía, o índice caiu para meros 17%.

Apesar das evidências genéticas apontadas pelo estudo sueco, o maior fator determinante da dificuldade em assumir compromissos ainda é a cultura familiar e o ambiente em que o homem foi criado. Algumas pessoas, por terem presenciado discussões ou situações embaraçosas ocorridas entre os pais durante a infância e adolescência, acabam realmente traumatizadas e, ao se tornarem adultas, passam a afastar compromissos que possam conduzir ao matrimônio.

Os valores passados ao homem ao longo da vida também são determinantes quando ele precisa decidir entrar ou não em um relacionamento sério. Algumas pesquisas, neste sentido, demonstram que fatores externos são capazes de ativar ou desativar a influência dos genes na personalidade humana. O nome deste novo tipo de ciência é “epigenética”, um ramo que promete de decifrar a influência do meio sobre a genética de cada indivíduo.


segunda-feira, dezembro 16, 2013

10 vantagens de estar solteira


10 vantagens de estar solteira
O fato de não estar comprometida pode ser divertido, interessante e até mesmo libertador
Por Carolina Werneck

Você está solteira. Você e mais um monte de mulheres que, apesar de terem um milhão de qualidades, não conseguem – ou não querem – se envolver com ninguém, ao menos por ora. Ao contrário do que a sociedade, como um todo, gosta de te fazer acreditar, o fato de não ter um namorado ou marido não é o fim do mundo e pode realmente ser muito bom para você se conhecer melhor, aproveitar suas amigas e se dedicar às coisas que gosta de fazer, por exemplo.

1 – Solteira, você tem mais tempo para suas amigas

Sabe aquela saída para um barzinho só com a mulherada, que você sempre adia quando está comprometida? Pois é, ela faz muita falta e é importante para manter as amigas por perto, botar a fofoca em dia e se desligar um pouco dos problemas do trabalho, da faculdade, da família. Quando se está solteira é muito mais fácil marcar com as suas preferidas e ter uma noite só de mulheres.

2 – Solteira, você pode redescobrir o quanto é bonita

Após algum tempo de relacionamento, a tendência é que seu companheiro passe a diminuir a frequência com que diz o quanto você é gata. As solteiras não têm esse problema, porque se arrumam mais e estão sempre por aí, à disposição para ouvir novos elogios. Você nem precisa sair ficando com meio mundo, só o fato de se sentir “viva” já é o suficiente para sua auto estima ir às nuvens.

3 – Solteira, você pode ir onde quiser

Não que um relacionamento te impeça de frequentar os lugares de que você gosta, mas ele te limita. Há que encontrar um programa que agrade a ambos e, muitas vezes, você terá que ceder às vontades do amado.

Solteira, você fica livre para só fazer o que te apetece, quando te apetece – e isso inclui ficar em casa no sábado à noite, comendo brigadeiro de colher, sem precisar explicar o motivo de não querer sair.

4 – Solteira, você pode mudar o rumo da sua vida quando te der na telha

Em um relacionamento, sempre é preciso pensar nas prioridades do casal, no futuro do casal, nas economias do casal, enfim, é preciso pensar nos dois, seja lá qual for o assunto. Solteira, você pode mudar de emprego, de casa, de cidade e até de país, se quiser, sem se preocupar com outra pessoa. Isso pode ser primordial para tomar as rédeas da sua vida e realizar seus sonhos.

5 – Solteira, você pode ter quantos amigos quiser

Namorados sentem ciúmes de amigos, namorados não costumam acreditar que você não quer nada com o cara, namorados muitas vezes têm razão a esse respeito, mas isso não quer dizer que você não se incomode com isso. Seus amigos homens, sejam ou não “coloridos”, podem conviver livremente com você, quando você está solteira, sem que haja escândalos ou ciúmes chatos por conta disso. Solteira, seus amigos deixam de ser um problema e passam a ser o que devem ser: companhia para diversão.

6 – Solteira, você pode decidir melhor no que gastar seu dinheiro

Não é chato ter que dar satisfações porque comprou uma bolsa um pouco mais cara ou um sapato parecido com um que já tinha? A solteirice te liberta desses atritos financeiros. Você gasta – ou melhor, investe – no que desejar, quando desejar, e não precisa ficar se explicando.

7 – Solteira, você pode usar a roupa que quiser

É claro que, hoje em dia, é quase um absurdo o cara querer opinar nas roupas que você usa, mas isso acontece mais frequentemente do que você imagina. Quem já teve um namorado implicando com o tamanho do vestido sabe o quanto é bacana poder usar a roupa que quiser, sem discutir ou se sentir mal.

8 – Solteira, você pode se libertar do ciúme e da neurose

Para aquelas que vivem preocupadas com as amiguinhas do namorado, ficar solteira é uma experiência muito libertadora, porque exclui esse tipo de preocupação do seu cotidiano. Como não há motivos para pensar no que o outro está fazendo, você pode se dedicar melhor a você mesma.

9 – Solteira, você pode entender melhor suas próprias necessidades e preferências

Quanto mais tempo você passar sozinha, mais profundamente vai se conhecer. Saber do que gosta, do que não gosta e descobrir cada detalhe da sua personalidade é fundamental para uma vida equilibrada e faz um bem imensurável.

10 – Solteira, você pode conhecer – finalmente – aquele cara que realmente vale a pena

Estar solteira é poder flertar com quem você quiser e conhecer um monte de caras legais – outros nem tanto -, antes de decidir quem é aquele que merece sua dedicação e seu amor. Quanto mais gente você conhecer antes de se prender a alguém, maiores as chances de escolher um parceiro que tenha realmente tudo a ver com você.


segunda-feira, junho 10, 2013

5 frases que as mulheres odeiam ouvir depois do sexo



5 frases que as mulheres odeiam ouvir depois do sexo
Algumas situações delicadas durante o ato podem ser bastante constrangedoras, mas não incomodam tanto quanto as frases inconvenientes após o sexo
Por Carolina Werneck
Fonte: www.dicasdemulher.com.br

O sexo é o momento mais vulnerável do ser humano, do ponto de vista físico e mesmo emocional. Estar sem roupas, frente a frente com outra pessoa, pode parecer uma atitude simples, mas não é. Por maiores que sejam as conexões entre o casal, na hora H quase todo mundo já passou por uma situação embaraçosa.

Ruídos, quedas e a depilação atrasada, por exemplo, podem ser bastante constrangedores, mas não incomodam tanto quanto as frases inconvenientes do final da relação. O site argentino Entre Mujeres realizou uma pesquisa com suas leitoras, pedindo que votassem nas frases pós-sexo mais odiadas. Se você é mulher, é muito possível que já tenha ouvido alguma das frases a seguir.

1 – “Tenho que ir”

Tudo bem, pode ser apenas sexo. Chegamos a um ponto da evolução no qual somos capazes de entender que algumas relações foram feitas para uma única noite. Mas, por educação, convém dar um tempo – e uma disfarçada básica – antes de se atirar porta afora. Foi o que afirmaram 41% das leitoras, e faturou o primeiro lugar das frases mais odiadas pelas mulheres, com quase o dobro de votos do segundo colocado.

2 – “Cadê o controle remoto?”

Muito comum, principalmente entre casais que são casados ou vivem juntos. Acontece que, para a mulher, a relação sexual é um momento especial, que “não acaba quando termina”. A parcela feminina da população gosta de carinho, de conversa e de intimidade mesmo após o término do sexo, em si. Quando o parceiro pergunta pelo controle remoto, mal a transa acaba, tendemos a nos sentir usadas por eles, uma diversão tão banal quanto a própria televisão. A frase foi citada por 19% das leitoras que responderam à enquête.

3 – “Não quero conversar agora”

Ora, por favor. Acabamos de passar por momentos de profunda conexão física e agora, simplesmente, eles não querem falar? Essa indiferença incomoda profundamente a alma feminina que, muitas vezes, só quer trocar algumas frases antes de virar para o outro lado e dormir, por exemplo. A frase foi mencionada por 16% das entrevistadas. Homens, nós entendemos que o organismo masculino praticamente os “desliga” após o sexo, mas não custa fazer um esforço para nos agradar um pouco.

4 – “Não quero compromisso”

Tudo bem, mas isso não é hora de mencionar a objeção. Pode até ser que a própria mulher também não queira se envolver em uma relação mais formal, mas há outros momentos nos quais esse tema pode ser debatido. Depois do sexo, definitivamente, não é a hora certa, pelo menos para 12% das participantes da enquête.

5 – “Posso ficar?”

O extremo oposto do cara que não quer nada com você – e quase tão irritante quanto ele – é o cara que gruda em você como se não houvesse amanhã. Ele vai pedir para ficar e, em pouco tempo, você estará oficialmente se relacionando com ele. 10% das entrevistadas afirmaram que detestam ouvir essa frase ao final da transa. É claro que ainda se trata da minoria, mas isso mostra que os valores femininos estão mudando. Cada vez mais, a mulher tende a se comportar como os homens costumavam fazer: “eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também”, exatamente como na canção.

E você? Quais frases detesta ouvir depois do sexo?

terça-feira, maio 14, 2013

Manias masculinas



10 manias masculinas que jamais entenderemos
Habilidades e inabilidades masculinas cujas causas e utilidades não fazem o menor sentido
Por Carolina Werneck
Fonte: www.dicasdemulher.com.br

Embora atualmente os direitos de homens e mulheres estejam quase equiparados em termos de trabalho e mesmo relacionamentos, há coisas sobre o sexo oposto que a alma feminina jamais chegará a compreender em sua totalidade.

1 – A destreza para “continuar dormindo” quando há um bebê chorando bem ao lado.
Ou, mais apropriadamente, como eles conseguem fingir que continuam dormindo com o bebê chorando bem ao lado? O motivo da insistência masculina nessa desculpa é um mistério porque, obviamente, nós sabemos que tudo não passa de uma demonstração de dotes de dramaturgia bem desenvolvidos.

2 – A incrível capacidade de não perceber quando algo está errado.
 Eles convivem conosco há anos, muita vezes décadas e, mesmo assim, ainda não desenvolveram a habilidade necessária para perceber que quando nos perguntam “o que está errado?” e respondemos “nada”, é porque tudo está absurdamente errado.

3 – As soluções milagrosas que (eles crêem) o sexo pode oferecer.
Seu dia foi horrível, as crianças estão à beira da reprovação no colégio, você bateu o carro, perdeu o emprego, vocês brigaram ou, pior, o cabeleireiro errou no tom da tintura. Tudo, absolutamente tudo pode ser resolvido com uma bela sessão de sexo.

4 – A total inabilidade para colocar a roupa suja no cesto de roupa suja.
Apesar dos muitos estudos que, é de se supor, vêm sendo realizados com o objetivo de entender esse problema crônico, ainda não se sabe por que os homens simplesmente não conseguem colocar a roupa suja no local destinado a ela, deixando-a jogada no chão do quarto, no sofá da sala, no banheiro e em outros recônditos inóspitos da casa.

5 – A resistência absurda a contratar profissionais especializados.
 O cano do banheiro estourou? Chame o encanador e seu marido nunca mais perdoará a óbvia falta de confiança no talento que ele possui com tubulações. O mesmo serve para portas quebradas, barulho suspeito no carro, imagem distorcida na televisão, aspirador de pó com defeito e quaisquer outros problemas que possam ocorrer no âmbito de seu lar, doce lar.

6 – O efeito avassalador que um simples par de seios tem sobre eles.
Queridos, são apenas peitos. Todo mundo tem, em maior ou menor grau. É ridículo que vocês ainda fiquem com a mesma cara de idiotas, depois de terem visto tantos na vida.

7 – A confiança incondicional que eles possuem em nossas habilidades divinatórias. Homens acreditam que nós, mulheres, somos portadoras de um cartão de memória onde armazenamos informações as mais diversas. Por isso não hesitam em nos perguntar onde estão as chuteiras, o martelo, a máquina de barbear e outros objetos que obviamente não usamos e, portanto, não teríamos motivo para tirar do lugar.

8 – O grande problema decorrente do fato de pedir uma informação a um desconhecido qualquer.
 Vocês podem estar em Marte, ele continuará insistindo que não está perdido. Compreensível. Sabe-se lá que tipo de hecatombe poderia ocorrer se ele simplesmente perguntasse a um transeunte onde fica a rua que procura (que, muito provavelmente, está localizada em um bairro diferente, do outro lado da cidade).

9 – A fantástica habilidade para identificar barulhos estranhos no carro.
 Basta um homem entrar em contato com um automóvel para que o último passe a apresentar toda sorte de barulhos e defeitos misteriosos. Tão misteriosos que apenas espécimes masculinos são capazes de percebê-los.

10 – A velocidade de processamento do conteúdo disponível em cada canal.
Habilidade de domínio exclusivo masculino, é vetada às mulheres a agilidade necessária para absorver o conteúdo de um canal televisivo na velocidade com que o fazem os homens. Segurando o controle remoto com firmeza, eles desferem contra ele golpes ininterruptos, passeando entre um canal e outro com a mesma destreza com que outrora abateram a caça necessária à sobrevivência da espécie.

Não adianta. Por mais que leiamos centenas de manuais e livros sobre relacionamentos, há mais coisas entre homens e mulheres do que supõe nossa vã filosofia.

sexta-feira, março 08, 2013

10 coisas que as mulheres fazem melhor que os homens



10 coisas que as mulheres fazem melhor que os homens
Alguns estudos de grandes universidades provam que as mulheres realmente são melhores em diversos quesitos
Por Carolina Werneck

Para além da chamada “guerra dos sexos”, há uma verdade que deve ser reconhecida: mulheres e homens possuem, em sua essência, diferenças tão profundas, que seria difícil entender como acabaram sendo considerados como membros da mesma espécie. É claro que, com isso, nos tornamos melhores que eles em determinados pontos, da mesma forma que eles desenvolveram habilidades que nós ainda não compreendemos completamente.

A lista a seguir traz algumas das coisas que nós, mulheres, comprovadamente fazemos melhor que os homens. Ao menos é o que dizem os estudos de universidades de renome mundial.

1 – Mulheres terminam a universidade com maior frequência que os homens
De acordo com um estudo publicado pelo Department of Educational Statistics, nos Estados Unidos, as mulheres são mais propensas que os homens a levar sua graduação superior até o fim, além de finalizarem seus cursos em um espaço de tempo menor que seus colegas.

2 – Mulheres se alimentam melhor
A Universidade de Minnesota conduziu um estudo com mais de 14 mil voluntários, que comprovou que as mulheres escolhem melhor seus alimentos, normalmente optando por aqueles mais saudáveis, como frutas e vegetais em geral. Enquanto isso, os homens se mostram mais entusiasmados a escolher pizza e comida congelada, por exemplo.

3 – O sistema imunológico feminino é mais forte
Segundo pesquisa publicada pela McGill University, o estrogênio presente no organismo feminino funciona como uma ferramenta de defesa poderosíssima, que ajuda a mulher a enfrentar infecções com muito mais eficácia que o homem. Isso tem uma explicação: o estrogênio combate uma determinada enzima que atrapalha o sistema imunológico na defesa contra vírus e bactérias.

4 – Mulheres vivem mais
É compreensível que os homens se sintam chateados com esta afirmação, mas ela é real. De acordo com o New England Centenarian Study, 85% das pessoas com mais de 100 anos são mulheres. Nós vivemos, em geral, entre cinco e dez anos mais que nossos companheiros.

5 – Mulheres são mais espertas que os homens
Segundo uma compilação de testes de QI realizados ao redor de todo o mundo, as mulheres são, de fato, mais espertas que os homens. James Flynn, responsável pela pesquisa, analisou testes de QI da Nova Zelândia, Canadá, Estônia, Argentina, Estados Unidos e Europa para chegar ao resultado final, conclusivo: eles perdem para nós neste quesito.
  
6 – Mulheres são mais “limpas”
Um estudo publicado pela San Diego State University afirma que, em geral, as mesas dos escritórios ocupadas por homens são mais “sujas” que aquelas ocupadas por mulheres. A pesquisa descobriu entre 10 a 20% mais bactérias nas mesas dos homens. Segundo os estudiosos, isso ocorre porque homens são menos higiênicos

7 – Mulheres aprendem com mais facilidade
A University of Georgia, em parceria com a Columbia University, descobriu que as mulheres aprendem melhor que os homens. De acordo com os cientistas, nós somos mais atentas, flexíveis e organizadas, o que nos ajuda a manter a mente mais aberta a novos conhecimentos.

8 – Mulheres sobrevivem a acidentes de carro com maior frequência
Por mais mórbido que isso possa parecer, aparentemente nos salvamos de acidentes trágicos com mais frequência que os homens. Eles são 77% mais propensos a morrer em um acidente de carro que nós, segundo um estudo da Carnegie Mellon University.

9 – Mulheres investem melhor
Não, você não leu errado. Embora o setor de investimentos seja considerado essencialmente masculino, um estudo de 100 mil portfólios indicou que os investimentos femininos têm um retorno de em média 18%, contra 11% dos homens. Provavelmente porque mulheres tomam muito mais cuidado antes de investir.

10 – Mulheres estão ficando mais atraentes
Aparentemente, as mulheres estão se tornando mais bonitas com o passar dos anos. Um estudo que acompanhou cerca de 2 mil pessoas ao longo de quatro décadas de vida mostrou que mulheres atraentes tiveram cerca de 16% mais filhos que homens atraentes. Pessoas de boa aparência, além disso, têm 36% mais chances de ter uma menina como primogênito, o que quer dizer que, a cada geração, há mais mulheres bonitas pelo mundo.

segunda-feira, novembro 12, 2012

8 atitudes que você deve evitar no trabalho


8 atitudes que você deve evitar no trabalho
Evitar algumas atitudes pode favorecer a manutenção da harmonia no ambiente profissional
Por Andressa Dias 
  
Existem certas atitudes que cometemos e que sem mesmo perceber acabamos constrangendo, ofendendo ou até mesmo incomodando alguém que trabalha conosco.

Isso é normal, mas pode ser evitado tomando alguns pequenos cuidados. Listamos algumas dessas atitudes para que você não passe por momentos de desconforto com os colegas de trabalho.

1 – Almoçar na mesa do escritório
Apesar de parecer uma ótima ideia, comer na sua mesa no trabalho pode ser um desrespeito com os seus colegas. Algumas pessoas não gostam de sentir cheiro de comida no trabalho, especialmente antes e depois de almoçar. Além disso, restos de comida podem cair no local e isso pode ser mal visto pelos seus colegas. Prefira comer na cantina do trabalho ou fora do local de trabalho.

Se não houver outra opção, faça disso uma exceção e certifique-se de tentar amenizar os efeitos: limpe o local, não leve comida com cheiro forte e seja discreto.

2 – Falar sobre religião ou política
Outra coisa que deve ser evitada para manter o ambiente harmônico no trabalho é discutir religião ou política. Deve-se respeitar as escolhas do outro e nunca tentar convencer os outros a gostarem ou crerem no mesmo que você. O mesmo se aplica ao futebol, sempre que possível, evite o tema nas rodinhas de conversa do trabalho.

3 – Criticar determinadas atitudes categoricamente
Tecer comentários categóricos a respeito de certas atitudes, gostos pessoais e coisas do tipo pode parecer inofensivo, mas você pode estar criticando fortemente algo que seu colega de trabalho gosta. Isso não significa que você não pode dar sua opinião, você pode, porém deve fazer isso de forma educada e sutil, a fim de não criar um clima ruim entre os funcionários e não magoar ninguém.

4 – Ficar muito tempo nas redes sociais
Passar muito tempo checando Twitter, e-mail pessoal e o Facebook pode dar a impressão de que você não está realmente comprometido com o trabalho. Isso pode piorar se seus colegas tiverem a impressão de que estão tendo que trabalhar mais para compensar o que você não está fazendo. Este tipo de coisa gera conversas e olhares desnecessários. Portanto, se for permitido olhar suas redes sociais, faça isso com bom senso.

5 – Chegar atrasado em reuniões
Quando alguém chega no meio de uma reunião isso atrapalha o andamento e também é uma situação desconfortável em relação ao demais. Se todos se comprometeram em estar lá em determinado horário, cumpra seu compromisso. Caso isso aconteça inevitavelmente, entre sem fazer barulho e quando for o momento certo se desculpe pelo atraso.

6 – Ficar atrás do computador de alguém
Outra atitude que pode deixar seu colega de trabalho muito bravo, ou no mínimo, sem graça, é ficar atrás do computador olhando o que ele(a) está fazendo no computador. Evite isso sempre. Não é uma atitude legal. E se a pessoa te chamar, veja o que a pessoa quer mostrar e saia logo em seguida.

7 – Deixar seu celular no toque alto
No ambiente de trabalho, o som do toque de um celular pode significar aborrecimento e perda da concentração de quem está focado no que está fazendo. Para evitar desconforto entre os colegas, deixe o toque no volume baixo, próximo à você ou então deixe o telefone apenas para vibrar quando tiver uma chamada, mensagem ou notificação nova.

8 – Não ligue o som alto demais no fone de ouvido
Outra coisa que pode acabar incomodando quem convive com você no trabalho é o som alto no fone de ouvido. Se você gosta de trabalhar ouvindo música, atente-se para o fato de que se ela estiver muito alta, os outros ouvirão também. Portanto, fique de olho no volume e evite reclamações.



segunda-feira, outubro 29, 2012

Como você se comporta nas redes sociais?


Como você se comporta nas redes sociais?

Mirella Stivani

Cuidado para não se comprometer ao publicar um comentário ou imagem inapropriados na Internet

A Internet trouxe inúmeras formas de comunicação entre as pessoas. As distâncias diminuíram, as possibilidades aumentaram e agora é possível interagir com o mundo inteiro. E tudo isso é facilitado pela popularização das redes sociais. Seja pelo Orkut, Facebook ou Twitter, pode-se conversar com quem quiser. E também se corre o risco de divulgar informações ou pensamentos que deveriam ficar no modo privado.

“Hoje em dia, com a popularização e a democratização do acesso à Internet, as redes sociais passaram a ter importância vital na organização e nas relações de uma sociedade. Um assunto polêmico que se torna o mais comentado no Twitter costuma ter mais força do que uma passeata, pelo alcance que a notícia tem.

Muitos protestos, coberturas de conflitos étnicos e de aspecto de uma guerra começaram a ser noticiados via Twitter, por exemplo. Ou seja, além de ser uma plataforma de diversão, relacionamento e informação, a rede social também tem o poder de tornar formadora de opinião uma pessoa que não teria poder de voz em uma sociedade anterior à explosão digital. Além disso, as redes sociais também são fundamentais para pessoas manterem contato de uma forma mais ativa com amigos ou familiares que moram longe”, opina Mattheus Rocha, coordenador de mídias e redes sociais da agência Fizzy Marketing Digital.

Se a Internet é um território livre para a exposição de idéias, também pode ser uma plataforma de divulgação que atinge milhares de pessoas. Por isso, pode ser até perigoso escrever tudo que “vem à cabeça”.

Claro, você pode se expor sem prejudicar sua própria imagem ou ser formal demais. Mas sempre com cautela e bom senso!

“Há diversos tipos de usuários nas redes sociais. Existem aqueles que são os chamados de carentes digitais, que adoram falar tudo o que estão fazendo, inclusive as coisas mais triviais possíveis e imploram um “like” ou um “RT”, os engraçadinhos que só publicam futilidades e também os usuários mais engajados, que gostam de levantar questionamentos importantes sobre política e assuntos relevantes. Não há um padrão comprovadamente exemplar de como se comportar nas redes sociais e tudo depende do objetivo e do perfil do usuário. Mas uma coisa é básica: é preciso respeito pelas pessoas”, complementa Mattheus.

“Muitas pessoas misturam ou acham que ser informal nas redes sociais é abusar da paciência dos amigos com imagens, vídeos, convites, solicitações e outras coisas que não sejam do agrado da maioria. A informalidade nas redes sociais pode ser expressa em itens interessantes, como seu hobby, alguma viagem, um lugar interessante de que gostou, brincadeiras leves etc”, ressalta Marina Mizioka, coordenadora de mídias sociais na agência Era.

quarta-feira, outubro 03, 2012

Solteiras por opção


Solteiras por opção

Entenda porque hoje em dia muitas mulheres preferem permanecer solteiras em vez de embarcar em relacionamentos duvidosos
Por Andressa Dias

Antigamente, as mulheres recebiam uma educação voltada para o casamento e uma mulher de sucesso era aquela casada e com filhos. Muitas delas acabavam aguentando a companhia de homens que não eram exatamente o que elas queriam, afinal, eles davam duro o dia inteiro para sustentar a casa e a família. Além disso, estas mulheres viviam numa redoma, sem trabalhar fora e sem conhecer outros homens, o que minava completamente seu senso crítico no relacionamento.

Porém, as coisas mudaram. Nas últimas décadas a mulher tem vivido uma sucessão de mudanças no que diz respeito à sua vida em sociedade. Essa nova forma de lidar com o mundo influenciou mudanças também nos relacionamentos e no papel que eles passaram a desempenhar nessa nova fase das mulheres.

As mulheres de hoje só dependem dos homens se quiserem. As mulheres do século 21 trabalham e cuidam de si, algumas também dividem seu tempo com os filhos e outras ainda com o companheiro.

Esse novo estilo de vida feminino, tornou a mulher mais crítica e talvez até demais. Afinal, agora é ela quem paga suas próprias contas e decide o que quer ou não para sua vida.

Impacto nos relacionamentos
Essa renovação deixou as mulheres mais fortes e presentes na sociedade, mas também acabou gerando alguns efeitos colaterais. Hoje as mulheres fazem muitas coisas e sempre buscam fazê-las com perfeição e acabam cobrando isso nos relacionamentos. Por fim, o excesso de criticismo acaba fazendo com que a mulher reclame demais, nunca esteja satisfeita e que o homem não mude por não aceitar que queiram mudá-lo.

Mas essas mudanças no comportamento feminino tiveram um papel muito importante nos casos de relacionamentos doentios. Antes a mulher aceitava a forma com que o homem a tratava sem questionar, hoje a mulher sabe muito bem que relacionamentos doentios com ciúmes excessivos e possessividade não fazem bem a ela e que ela pode sair desses relacionamentos a qualquer momento. A mulher não tem mais tanto medo de ficar sozinha, pois sabe se cuidar.

Muitas mulheres, já se precavendo dos riscos de um relacionamento, já abrem o jogo e mostram como são logo de cara para que o homem veja se é aquele tipo de relacionamento que ele quer ou não. Parece não existir mais a necessidade de mudar para agradar o macho alfa, mas sim a de ser fiel a própria personalidade, valores e gostos.

As mulheres permanecem em um relacionamento por motivos diferentes dos de antes. A mulher agora quer um companheiro, um parceiro e não um ser superior dentro de casa que decide tudo por ela, inclusive que decide o que ela gosta e o que não gosta.

Os relacionamentos continuam sendo muito importantes para o universo feminino, mas deixaram de ser a única coisa que importa. Para um homem estar com uma mulher eles precisam estar caminhando lado a lado, sem superioridade de nenhuma das partes e com carinho, atenção, compreensão e entrega de ambos.

Solteirice sem medo
Em vista desses fatores, muitas acabam optando pela vida de solteira. As mulheres aprenderam que não precisam de um homem do lado para sentirem que são alguém e que elas podem apreciar sua própria companhia.

Algumas não têm tempo para relacionamentos, outras já se magoaram muito e preferem ficar sozinhas. Existem aquelas ainda que preferem estar com amigos do que em um relacionamento com um homem, pois as chances de incompatibilidade são grandes.

Além disso, a mulher centrada, que se valoriza e investe em si mesma se torna muito mais atraente do que aquelas que vivem procurando um parceiro e tentando chamar a atenção dos homens. Essas mulheres sabem da sua importância e capacidade e não abdicam de sua vida por ideais fantasiosos.

Firmeza e pé no chão por muitas vezes podem parecer frieza, mas te mantém preparada para os altos e baixos da vida de solteira ou compromissada. Mas, independente do estilo de vida que você escolher, é crucial manter o equilíbrio.

Embora hoje as mulheres tenham mais liberdade na escolha entre se relacionar com alguém ou permanecer solteira, ainda existe um pouco de preconceito contra mulheres que optam por não construir uma família no estilo tradicional. Mas, se você se sente bem solteira e o lado afetivo da sua vida está bem servido com amigos e familiares, não há porque temer ficar sozinha.


terça-feira, junho 19, 2012

5 Dicas para evitar ser traída


5 dicas para evitar ser traída
Práticas que você pode adotar para evitar uma surpresa desagradável
Por Andressa Dias

Pode-se dizer que grande parte das pessoas que se relacionam tem medo de serem traídas por seus parceiros. Muitas já viveram esta experiência e outra não, mas também querem fugir desse sofrimento. Sugerimos aqui algumas dicas para você manter o bem-estar no seu relacionamento e evitar jogar o seu gato nos braços de outra.

1 – Dê carinho e atenção ao seu parceiro
Uma das coisas mais importantes para manter a saúde de um relacionamento é se dedicar um ao outro. Se você dá atenção à ele e ele à você, isso minimiza as chances de um dos dois quererem buscar atenção fora do relacionamento. Sendo assim, encha ele de carinho e atenção. E lembre-o que ele também pode fazer o mesmo por você.

2 – Cuide da sua aparência
Além de cuidar do relacionamento, você deve também investir um tempo para cuidar de si mesma, da sua aparência. É comum que tanto o homem quanto a mulher relaxem um pouco depois de um certo tempo de relacionamento. Porém, isso não é legal. Tente se manter sempre de bem com a sua aparência. Depile-se, compre lingerie nova, vista-se bem, invista em uma maquiagem bonita e você se manterá sempre atraente para seu gato. Assim, ele vai ficar mais tempo admirando sua beleza do que a beleza de outras mulheres

3 – Invista em você e seja feliz
Um dos repelentes masculinos é a insegurança. Sendo assim, se você não pretende que seu companheiro deixe de prestar atenção em você, aceite-se, ame-se e seja feliz.

Uma mulher segura é muito mais atraente para os homens. Por isso, deixe as neuras de lado, mas também não relaxe totalmente. Aceitar-se não significa ficar desleixada e sim se amar como é e se cuidar na medida do possível dentro do tempo que você tem.

4 – Não deixe a monotonia tomar conta
Não deixe que a rotina se instale no seu relacionamento. Isso é desanimador tanto para ele quanto para você. Ambos devem investir na relação para que ela seja sempre agradável e prazerosa para os dois. Quando a relação cai na monotonia, é natural do ser humano buscar mais ação em outras situações ou com outras pessoas. Sendo assim, não deixe nem ele e nem você relaxarem demais e esquecer que o relacionamento precisa estar sempre sendo reciclado e renovado, com novos programas de casal, novas posições na cama e assim por diante.

5 – Aposte no sexo de qualidade
Se você não quer que seu parceiro vá buscar aventuras na cama fora de casa, invista no bom sexo. Sugira coisas novas e não deixe que ele faça sempre a mesma coisa. Descubram-se juntos e permitam-se fazer tudo que vocês querem na cama, para assim se sentirem plenamente satisfeitos e não precisarem de recursos externos para completar a vida sexual do casal.

É valido ressaltar que seguir estas sugestões não garante que ele não te trairá, especialmente se o sentimento dele por você não for sólido e verdadeiro. Se descobrir uma traição, pense em você em primeiro lugar e não tenha medo de tomar uma decisão como a de terminar o relacionamento. Outra dica: não se submeta a ficar com alguém que não te respeita, por medo de ficar sozinha. Valorize-se e seja feliz!




quarta-feira, agosto 10, 2011

Elegância

SER CHIQUE SEMPRE - GLÓRIA KALIL

Nunca o termo "chique" foi tão usado para qualificar pessoas como nos dias de hoje.

A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda. Elegância é uma delas.
Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou closet recheado de grifes famosas e importadas. Muito mais que um belo carro Italiano.

O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta perante a vida.

Chique mesmo é ser discreto.

Quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas, nem por seus imensos decotes e nem precisa contar vantagens, mesmo quando estas são verdadeiras.

Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem brilho próprio.

Chique mesmo é ser discreto, não fazer perguntas ou insinuações inoportunas, nem procurar saber o que não é da sua conta.

É evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua.

Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador.

É lembrar-se do aniversário dos amigos.

Chique mesmo é não se exceder jamais!
Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir.

Chique mesmo é olhar nos olhos do seu interlocutor.

É "desligar o radar", "o telefone", quando estiver sentado à mesa do restaurante, prestar verdadeira atenção a sua companhia.

Chique mesmo é honrar a sua palavra, ser grato a quem o ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios.

Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, ainda que você seja o homenageado da noite!

Chique do chique é não se iludir com "trocentas" plásticas do físico... quando se pretende corrigir o caráter: não há plástica que salve grosseria, incompetência, mentira, fraude, agressão, intolerância, ateísmo...falsidade.

Mas, para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre de o quão breve é a vida e de que, ao final e ao cabo, vamos todos terminar da mesma maneira, mortos sem levar nada material deste mundo.

Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se encontrar e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não lhe faça bem, que não seja correta.

Lembre-se: o diabo parece chique, mas o inferno não tem qualquer glamour!

Porque, no final das contas, chique mesmo é Crer em Deus!

Investir em conhecimento pode nos tornar sábios... mas, Amor e Fé nos tornam humanos!




terça-feira, julho 26, 2011

Beijar é bom...

BEIJAR É BOM...
Por Mirella Stivani
Mas pode transmitir algumas doenças, como a mononucleose

O beijo é uma forma de demonstrar amor, carinho e atração entre duas pessoas. Ma esse momento de intimidade, infelizmente, pode também ser transmissor de algumas doenças, entre elas, a mononucleose.

Uma gota de saliva contém cerca de bilhões de bactérias. “Quando ocorre um beijo, há troca de microorganismos causadores de doenças. Esses males bucais não são determinados apenas pela presença de vírus ou bactérias nativos. Outras doenças mais agudas podem se desenvolver pouco tempo após a transmissão bacteriana e viral que ocorre pelo beijo: faringite, laringite, amigdalite, herpes labial, mononucleose, hepatites A e B, HPV, meningite, candidíase, gripe, tuberculose, sífilis, dentre outras”, alerta Maristela Lobo, mestre e doutora em Odontologia.

A especialista destaca que pessoas com feridas nos lábios, mau hálito, dentes mal cuidados e sangramento gengival devem evitar o beijo até que os tratamentos adequados sejam realizados. “Outra duvida muito comum é se o beijo pode transmitir a AIDS. A saliva não transmite o vírus, mas, se o beijo acontece entre duas pessoas que têm gengivite, ou qualquer outro ferimento na boca, o HIV pode penetrar na corrente sanguínea”, alerta ela.

É impossível prevenir qualquer doença bucal indo com freqüência ao dentista e mantendo a boca saudável e livre de bactérias. “A higiene bucal mecânica, realizada com fio e escova dentais, é a única capaz de desorganizar e destruir as colônias de bactérias (placa bacteriana), que causam as doenças bucais”, ressalta Maristela.

DOENÇAS DO BEIJO

A mononucleose infecciosa, conhecida como doença do beijo, é muito contagiosa e causada por um vírus da família do herpes chamado Epstein-Barr (EBV) e transmitida pela saliva. É mais comum em adolescentes e adultos jovens e se caracteriza por febre, mal-estar físico, dores de cabeça e de garganta, aumento de gânglios, ínguas no pescoço e inflamação do fígado.

Como se trata de um vírus, é importante que os possíveis infectados alimentem-se bem, durmam pelo menos oito horas por dia e até mesmo consumam complexos vitamínicos. “Isso vale também para outras doenças que podem ser transmitidas pelo beijo, como a tuberculose, a hepatite, a sífilis e as sexualmente transmissíveis”, explica Cícero Lascala, mestre e doutor em Diagnóstico Bucal pela USP (Universidade de São Paulo) e titular da Clínica Holística Lascala.

Na mononucleose, a fadiga costuma ser intensa e persiste por semanas após a resolução do quadro. Outro sinal característico da mononucleose é o aumento do baço.

Com é uma doença causada por vírus, não há tratamento disponível para a mononucleose. O médico pode receitar medicamentos (como analgésicos ou antitérmicos) que aliviem os incômodos causados pelo problema. Se o paciente estiver com o baço aumentado, recomenda-se repouso para não ocorrer ruptura do órgão.

quinta-feira, junho 16, 2011

Saiba identificar e combater bullying nas escolas




Saiba identificar e combater o bullying nas escolas
Ele não deve se visto como brincadeira e pode trazer consequências mais sérias
Por Roberta Vilela


"Na sala de aula, jogavam bolinha de papel na minha cabeça, não me deixavam participar de nenhum grupo, me imitavam, pois eu gaguejava quando criança. Era sempre um grupo de meninos que fazia isso. A cena que me magoa até hoje lembrar foi quando dois meninos acharam um pedaço de fio de cobre atrás da escola e me bateram com ele", o depoimento é de Lídia Eliane Canuto de Souza, 30 anos, residente de Ribeirão Pires, interior de São Paulo.


O que aconteceu no passado com ela e que permanece no cotidiano de diversas crianças e adolescentes em escolas do mundo todo é a prática denominada "Bullying". O termo de origem inglesa é, por definição, qualquer tipo de comportamento agressivo praticado intencionalmente por uma pessoa ou grupo de forma repetida contra alguém, sem motivação específica ou justificável, causando danos psicológicos, dor emocional e física (se a agressão envolver contato físico).


Segundo a ONG "Learn Without Fear" (Aprender Sem Medo), 350 milhões de crianças e jovens são vítimas de bullying anualmente em todo o mundo. O pediatra e um dos autores do livro "Diga não para o Bullying", Aramis Lopes Neto, aponta que atitudes violentas dentro da escola geram muita preocupação, pois interferem na formação do indivíduo e deixam sequelas, principalmente para as vítimas.



No caso de Lídia, ela diz que o bullying contribuiu para diminuir sua autoestima e fazer com que tenha dificuldade em confiar nas pessoas e de se relacionar.
O bullying não pode ser encarado como uma brincadeira ou provocação natural entre crianças e adolescentes e merece atenção para ser prevenido e combatido. Conheça agora esse fenômeno social, suas causas, consequências e quais são as medidas necessárias para diminuir a incidência desse tipo de comportamento.


Tipos de bullying
Há várias formas de manifestar o bullying. A prática pode ocorrer da forma direta, quando a agressão é feita contra o seu alvo por meio de apelidos, exclusão do grupo, agressão moral ou física.


O bullying pode ser também indireto, envolvendo furtos, fofocas e até mesmo, o cyberbullying, aquele que usa a internet, celular e outros meios do mundo digital para divulgar as ofensas - sites caluniando as vítimas, vídeos disseminados com situações embaraçosas e fofocas circulam pela rede numa velocidade impressionante. Segundo uma pesquisa recente feita pela Universidade de Valência, na Espanha, entre 25 % e 29 % dos adolescentes sofrem bullying via telefone celular ou internet.


Além disso, as provocações podem começar presencialmente e evoluir para o ambiente virtual, como conta a professora do Ensino Fundamental da Rede Municipal do Rio de Janeiro, Cristiane Mesquita. "Uma aluna nossa recebia ameaças e xingamentos, que eram divulgados na porta do banheiro da escola. Depois, isso se repetiu numa rede social na internet. A mãe, completamente assustada, foi à escola e nós a orientamos a procurar a justiça.



A direção convocou o responsável pela agressora, que pediu desculpas à garota. Só então a mãe desistiu de denunciar", relembra.
Em geral, o modo de manifestar o bullying varia entre os meninos e as meninas. Entre eles, ocorrem mais agressões físicas e exclusões do grupo, na hora de jogar bola ou no recreio, por exemplo. Enquanto entre elas, a prática envolve fofocas, difamações e dominação, sem no entanto, excluí-las do grupo.


Consequências duradouras
Os estragos das agressões ilimitadas são visíveis tanto na vida pessoal dos agredidos como na escolar. De acordo com um estudo da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, publicado pela American Psychological Association, a vítima típica de bullying sofre de depressão e ansiedade com maior frequência.


Dentre as vítimas é comum a ocorrência de baixa autoestima, pensamentos suicidas e dificuldade de se relacionar amorosamente e profissionalmente. Já os agressores, levam a agressividade para a idade adulta em casa e/ou no trabalho, não conseguem estabelecer relações longas e nem regularidade no trabalho.


O lema "passou de ano está bom" só serve para pais omissos. Os pais devem estar atentos se o seu filho tem amigos, se conhece pessoas que sofrem alguma agressão ou se ele mesmo é intimidado na escolaCarlos Eduardo de Camargos, 30 anos, morador de Ceilândia no Distrito Federal, amarga até hoje as consequências de ter sido uma vítima de bullying.



Por causa disso, ele adquiriu fobia social, depressão, temperamento explosivo e distimia. "Ainda tenho dificuldades em confiar nas pessoas, falta de coragem de encará-las e medo de enfrentar os erros", diz Carlos.


Reconheça um agressor
Os agressores costumam ser figuras populares na escola, são agressivos com os colegas, professores, pais e, normalmente, trazem consigo um grupo de seguidores. "Eles precisam dessas pessoas que os apóiam e se submetem a eles e, dessa forma, a responsabilidade pela agressão é dividida", ressalta Aramis Neto.


Ao contrário dos agressores, as vítimas, geralmente, têm (ou desenvolvem) baixa autoestima, se isolam do grupo e têm poucos amigos. As vítimas também apresentam algumas características físicas que as tornam alvos, como por exemplo: magreza, excesso de peso, timidez, ou outra característica acentuada. "Além disso, as vítimas apresentam sinais de depressão, ansiedade e baixo rendimento escolar", explica o pediatra.


O especialista acrescenta que, em casa, eles se isolam no quarto, demonstram irritabilidade com os pais, pois não se sentem apoiados, choram com frequência e, geralmente, inventam desculpas para faltar aulas e não ficar no ambiente em que estão sofrendo.

Vítima ou agressora?
Algumas características sinalizam se alguém pode ser um provável alvo de bullying. É importante observar as crianças muito infantilizadas ou muito protegidas, que não conseguem se impor ou serem ouvidas dentro do grupo, ou aquelas que ouvem frequentemente frases desestimulantes no ambiente familiar como "você só me traz problemas", adverte o Aramis.


Já os agressores vieram de uma família que usa a violência como forma de autoridade, com pais ou mães que não expressam amor ou afeto pelos filhos ou que cresceram em lares em que todos os comportamentos eram aceitos. "Eles não sabem ouvir, principalmente, a palavra não", avisa o especialista.


Como tratar as sequelas
Tanto as vítimas como os agressores de bullying precisam de ajuda psicológica. De acordo com a psicóloga Rita Romaro, o primeiro passo é conseguir identificar o que está acontecendo e qual foi a gravidade da ofensa ou agressão.


Para as pessoas que sofrem o bullying, a psicóloga recomenda até a mudança de escola, quando o caso é muito grave, além da terapia. "Mesmo que o bullying pare, a criança continua sendo discriminada na escola. Para ela não adquirir aversão ao ambiente escolar, o melhor mesmo é a mudança", ressalta Rita.


Para crianças menores, a terapia pode ser na forma de "ludoterapia", que envolve brinquedos e conversa. Esse trabalho é eficaz, melhora a autoestima da vítima e a criança aprende a lidar melhor com suas emoções.


Já no caso dos agressores, o mais importante é identificar o que está por trás da agressão: se ele sente prazer na dor do outro ou se ele apenas repete o que ele vivencia ou vê em sua própria casa. É possível que os praticantes de bullying tenham um possível transtorno de conduta e que, mesmo com a terapia, não tenham resultados tão bons quanto os das vítimas. "A importância desse método, nesse caso, é que a família pode ser ajudada e pode aprender como lidar com essa criança", explica a especialista. Ela recomenda terapia familiar em alguns casos.


A criança que apresenta algum transtorno de conduta costuma fazer o outro sofrer e sente prazer nisso, mentir e inventar histórias, não respeita autoridades, gosta de colocar fogo em objetos, se meter em brigas e machucar animais, entre outras ações.


A psicóloga Rita Romaro explica que o mais importante é saber qual é a extensão do bullying que a criança pratica e identificar se ela realmente tem o transtorno para poder alertar a família sobre como lidar e não se deixar manipular pela criança.


Qual a função da escola e da família no combate ao bullying?
A escola deve adequar o ambiente escolar para reduzir o bullying e valorizar a diversidade. Medidas para esclarecer o que é o bullying também devem ser realizadas. E é fundamental que a escola aja como um facilitador entre pais e alunos para encaminhar, orienta e resolver a questão. Um dos fatores que agrava ainda mais o problema é a omissão de professores e dos profissionais do ambiente estudantil.


A professora do Rio de Janeiro, Cristiane Mesquita, conta o que faz para diminuir as agressões em sala de aula: "É essencial que o professor tenha consciência de que o bullying maltrata e baixa a autoestima da criança. Sempre que presencio em minha turma, eu converso seriamente com todos e leio uma lei que criminaliza quem pratica o bullying".


A lei N.º 5.089, do estado do Rio de Janeiro, obriga os professores e funcionários de escolas públicas e particulares do Rio de Janeiro a denunciarem casos de violência contra crianças e adolescentes, inclusive o bullying, a delegacias e conselhos tutelares. As instituições que não cumprirem a norma podem pagar multas de 3 a 20 salários mínimos.
Para o pediatra Aramis, algumas das principais medidas a serem tomadas nas escolas incluem:


1- Admitir que o bullying existe em todas as escolas.

2- Praticar ações que podem reduzir a incidência das agressões com mobilização de toda a comunidade escolar: professores, coordenadores, pais e alunos.
3- Promover o trabalho de compromisso para a redução do bullying saindo da premissa: "Essa escola não vai mais tolerar o bullying".

4- Cada turma ou série construindo sua forma de conviver contra o bullying, admitindo o que é aceitável e o que não é.

5- Trabalhar a amizade, solidariedade, não-violência e amor com atividades em grupo.


O papel da família
Já a família deve valorizar o diálogo. Não se avalia pelo boletim se a criança sofre bullying. O lema "passou de ano está bom" só serve para pais omissos.
Os pais devem estar atentos se o seu filho tem amigos, se conhece pessoas que sofrem alguma agressão ou se ele mesmo é intimidado na escola. A função da família é permitir que o filho exponha seu sofrimento.



Por que a criança tem medo de falar com os pais?
Principalmente porque tem medo de se expor e acha que os pais não vão valorizar os seus sentimentos. "No caso dos agressores, a família deve saber corrigi-los para que eles não continuem com as agressões na escola, mas não pelo medo de serem castigados, e sim, pelo tradicional método do diálogo aberto e da educação familiar, que é indispensável a qualquer indivíduo que vive coletivamente e de forma respeitosa", ressalta a psicóloga Rita Romaro.
O bullying deve ser levado a sério por toda a comunidade escolar e familiar. Aos pais, cabe decidir qual a melhor escola para os seus filhos - muitas vezes, a escola que oferece a melhor educação formal não possui o ambiente mais saudável.