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sexta-feira, junho 01, 2012

Alzheimer e envelhecimento


Dez sinais para você diferenciar os sintomas de Alzheimer e envelhecimento
Esquecimentos, mudança brusca de humor e falta de iniciativa pedem atenção

O mal de Alzheimer é uma doença degenerativa que ataca o cérebro e provoca a perda das funções cognitivas, como memória, capacidade de orientação no tempo e/ou espaço e capacidade de planejamento. O problema se inicia com alterações na memória e avança progressivamente até a dependência total do paciente. De acordo com a entidade norte-americana Alzheimer s Association, mais de 5 milhões de pessoas têm Alzheimer em todo o mundo.A doença é muitas vezes negligenciada nas fases iniciais, pois é facilmente confundida com o processo normal de envelhecimento. O problema afeta, normalmente, idosos com mais de 65 anos. Nas primeiras fases, a maioria dos pacientes será capaz de realizar exercícios normalmente, mas enfrentam a dificuldade provocada pelos efeitos da depressão e perda de memória , explica a fisioterapeuta Luciane Galego Almeida, do Hospital Samaritano de São Paulo.

Apesar da doença não ter cura, alguns hábitos simples podem prevenir e retardar o avanço do problema. Segundo o neurologista do Samaritano, Dr. Getúlio Daré Rabello, existem algumas regras para combater o mal de Alzheimer. A prevenção desse mal envolve, além dos cuidados gerais para manter uma boa saúde (controle de pressão arterial , açúcar no sangue, colesterol ), a pratica de esportes, atividades intelectuais, e cuidados redobrados para evitar traumas na cabeça , afirma o especialista. Os exercícios físicos ajudam a melhorar a qualidade de vida e atenuar os efeitos do Alzheimer. Além disso, a prática de atividades aumenta a circulação sanguínea, estimulando todas as funções do organismo.

Saiba como identificar a doença

Com o avançar da idade, alterações na memória são comuns. Porém, os sintomas do Alzheimer vão além do simples esquecimento do dia-a-dia. Portadores da doença têm dificuldade para se comunicar, aprender e raciocinar. Problemas impactam o trabalho e atividades sociais e familiares. A Alzheimer Association desenvolveu um teste para ajudar a diferenciar sinais normais da idade com o mal de Alzheimer. Como a doença é difícil de diagnosticar, é fundamental que pessoas com mais de 60 anos procurem um médico para entender melhor os sintomas. O diagnóstico precoce é chave para uma melhor qualidade de vida e controle da doença.

1. Perda de memória
Esquecer informações aprendidas recentemente é um dos primeiros sintomas da doença. Não se assuste, esquecer nomes e compromissos ocasionalmente é normal. Fique atento caso a pessoa comece a esquecer as coisas com mais freqüência e fique incapaz de relembrar o assunto posteriormente.

2. Dificuldade para realizar atividades rotineiras
Portadores de Alzheimer têm dificuldade para planejar e completar tarefas do dia-a-dia, como preparar uma refeição, fazer uma ligação ou jogar um jogo. Porém, esquecer, ocasionalmente, o que você ia dizer ou o que você ia fazer é normal.

3. Esquecimentos
Pacientes com Alzheimer podem se esquecer de onde estão e de como chegaram até lá. Além disso, perder-se na própria vizinhança ou esquecer o caminho de casa são comuns lapsos comuns entre os portadores da doença.

4. Poder de julgamento e raciocínio abaixo do normal
Vestir-se de forma inapropriada, com várias camadas de roupa em dias quentes ou pouca vestimenta em dias frios. Pacientes mostram pouca capacidade de julgamento, como doar alta soma de dinheiro sem motivo específico.

5. Problemas com pensamento abstrato
Dificuldade acima do comum para realizar raciocínios mentais, como esquecer para que servem os números ou como devem ser usados, é outro sinal do problema. Porém, achar difícil decifrar ou desenvolver uma fórmula matemática é normal.

6. Errar o lugar as coisas
Pessoas com Alzheimer podem errar o lugar de coisas usuais. Por exemplo, colocar o ferro de passar no freezer é um sintoma comum da doença. Entretanto, é normal colocar as chaves do carro ou carteira em lugar estranho de vez em quando.

7. Mudanças de humor e comportamento
Rápida alternância de humor e comportamento também é um sinal de doença. Pacientes mudam de humor muito rápido e sem motivos aparentes. Podem ir de um estado calmo ao depressivo e raivoso em pouco tempo.

8. Transformações de personalidade
A personalidade de pessoas com Alzheimer pode mudar drasticamente. Podem se tornar confusos, desconfiados, medrosos ou dependentes de um membro da família. Entretanto, com o passar dos anos, é normal alguma mudança na personalidade. Fique atento se a transformação for mais severa que o usual.

9. Perda de iniciativa nas atividades
As pessoas com Alzheimer tornam-se muito passivos. Ficam, por exemplo, horas em frente a TV por horas, dormem mais que o normal e, normalmente, não têm disposição para realizar tarefas usuais.

10. Problemas com a linguagem
Esquecer palavras simples, substituir palavras comuns e usuais, dificultar a forma de falar ou escrever pode ser um sinal da doença. Por exemplo, um portador do problema não consegue encontrar a escova de dente e, ao invés de perguntar onde está minha escova de dente? , perguntaria onde está o objeto de limpar a boca? .





sábado, março 31, 2012

Pontos Sensíveis...

PONTOS SENSÍVEIS
Por Maria Helena Bellini
Fonte: www.profashional.com


A ocorrência da fibromialgia independente de idade ou nível socioeconômico e cultural, sendo de cinco a nove vezes mais freqüente em mulheres. Saiba mais a respeito desse tema que afeta pessoas no mundo todo

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), a dor crônica afeta 30% da população do mundo. Somente nos Estados Unidos, são investidos US$ 150 bilhões/ano em tratamentos. Esses valores tão altos são resultado de horas de trabalho perdidas e do custo dos medicamentos utilizados. Os dados são alarmantes e fizeram com que as autoridades de saúde daquele país considerassem esta como sendo a década da dor.

Dentre os tipos de crônica que acometem milhares de pessoas está a fibromialgia. Segundo a anestesiologista com atuação em dor pela Associação Médica Brasileira (AMB), coordenadora da Equipe de Tratamento da Dor do Hospital Israelita Albert Einstein São Paulo e diretora da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED), Dra. Fabiola Peixoto Minson, essa doença não inflamatória e crônica é caracterizada por dores difusas, fraqueza muscular, cansaço e dor em pontos específicos quando pressionados (tender points). “Predomina, sobretudo, em mulheres entre 20 e 50 anos de idade. Não tem cura, todavia, pode ser controlada para que o paciente tenha uma melhor qualidade de vida”, revela a especialista. Ela explica que, quando o número de pontos dolorosos é inferior a 11, mas existem outros sinais e sintomas, o diagnóstico de fibromialgia também pode ser realizado. “Muitos doentes apresentam, ainda, ansiedade, depressão, nervosismo, síndrome do cólon irritável, infecções urinárias de repetição, irregularidades no fluxo menstrual, sensibilidade ao frio, déficits de memória e concentração e câimbras nas pernas”, ressalta.

Os principais sinais e sintomas característicos da fibromialgia são: dor generalizada pelo corpo, por pelo menos três meses; sono inquieto, superficial e não reparador, cansaço e falta de energia; formigamento, dormência principalmente nas mãos e pés; depressão e ansiedade crônica; cefaléia e rigidez muscular. Algumas atividades pioram seus sintomas, como digitar, permanecer sentado ou caminhar por muito tempo, estresse, levantamento de peso, realização de movimentos repetitivos e manutenção de qualquer posição por tempo prolongado.

ESTRESSE X QUALIDADE DE VIDA

Para o anestesiologista com atuação em dor pela Associação Médica Brasileira (AMB) e membro da Equipe de Tratamento da Dor do Hospital Israelita Albert Einstein São Paulo, Dr. Francisco Carlos Obata Cordon, o estresse pode desempenhar papel relevante na perpetuação dos sintomas da fibromialgia. Muitas pessoas relatam que os primeiros sintomas tiveram início após períodos difíceis. Outra queixa comum é a falta de credibilidade por parte de amigos, familiares e profissionais da saúde, de suas queixas, muitas vezes subjetivas, com resultado dos exames complementares normais, além da recorrência dos sintomas e melhora não significativa com as terapias empregadas. “Por se tratar de uma doença sem fator causal definido, o tratamento é baseado no controle dos sintomas com o uso de medicamentos, como antidepressivos, analgésicos, relaxantes musculares e atividade física”, relata o médico.

A terapia psicológica é bem-vinda e torna-se coadjuvante ao tratamento. “A atenção aos problemas afetivos e transtornos de humor devem ser tratados e valorizados. Acreditamos que o tratamento multi-profissional deve ser encorajado e amplamente divulgado”, diz.

Para ter boa qualidade de vida, é fundamental evitar contaminar-se com o estresse cotidiano, valorizar as atividades de lazer e ter momentos reservados ao descanso. “Além disso, atividade física regular e bom condicionamento físico, além de prevenir doenças dolorosas relacionadas ao aparelho locomotor”, finaliza Dra. Fabiola.

MEXA-SE


A terapia medicamentosa, além de massagens, são fundamentais no processo de reabilitação do fibromiálgico, pois ajudam a diminuir as freqüentes queixas de fadiga generalizada, referida como sensação de falta de energia, presentes em 85% dos casos. Outro fator de destaque é a manutenção de um programa de atividade física moderada e com acompanhamento apropriado que, segundo algum estudo, pode reduzir dores musculares melhorar os movimentos dos pacientes que sofrem com a fibromialgia. A seguir, o reumatologista, diretor do Instituto de Reumatologia e Doenças Osteoarticulares (Iredo), Dr. Sérgio Bontempi Lanzotti, apresenta os motivos pelos quais os exercícios físicos são extremamente recomendados para as pessoas que sofrem desse mal.


Tão importante quanto a medicação apropriada, mexer o corpo deve, obrigatoriamente, fazer parte do tratamento.


Dor, rigidez, fadiga e o medo de piorar podem fazer com que o paciente reaja contra o exercício. No entanto, ele é extremamente importante e saudável.



Um dos grandes benefícios da atividade física para esses pacientes é o estimulo à produção de endorfinas, que aumenta a sensação de bem-estar. Elas também funcionam como analgésico e proporcionam alívio da dor no organismo. A sua produção é fator importante para essas pessoas, pois apresentam propensão a desenvolver quadros de depressão e ansiedade.



Toda atividade física realizada pro fibromiálgicos deve ter o objetivo de relaxamento muscular. Dessa maneira, alongamento e exercícios feitos dentro da água são os mais apropriados.




sábado, fevereiro 25, 2012

Cuidados ao se barbear

CUIDADOS AO SE BARBEAR
Mirella Stivani

Confira algumas dicas para deixar a pele menos irritada e com aspecto saudável

Fazer a barba é uma rotina que acompanha os homens desde a puberdade. A não ser por aqueles que optam por um visual barbudo, é impossível fugir da lâmina ou dos aparelhos específicos para a retirada dos pelos do rosto. O atrito constante da lâmina, quando não usada corretamente, pode agredir a pele, causando incômodo e deixando-a marcada. Em alguns casos, pode até surgir a foliculite, que é a infecção dos folículos pilosos causada por bactérias do tipo estafilococos. A invasão bacteriana pode ocorrer espontaneamente ou favorecida pelo excesso de umidade ou suor, raspagem dos pelos ou depilação.

Alguns homens precisam se barbear mais de uma vez por dia e, nestes casos, as irritações podem ser ainda maiores. “O ato de barbear deixa a pele mais suscetível, podendo deixa-la mais exposta, sensível, além de facilitar a indesejável foliculite”, diz a esteticista Caroline Ueno.

Para amenizar esses efeitos, a dermatologista Danielle Nascimento recomenda o uso de produtos suaves, compostos por substâncias com propriedades calmantes e hidratantes. “Lembrando que no inverso a pele fica mais sensível e propensa à irritação. Quanto mais suave for o produto usado no barbear, menos complicações o homem terá em sua rotina”, alerta.

BARBEADORES ELÉTRICOS

Esses aparelhos são ideais para quem tem pressa em deixar o rosto liso, bao deixam cortes e lesões em peles que apresentam foliculite.

LASER

Quem deseja um método mais duradouro para a eliminação da barba pode optar pelo laser, que diminui a quantidade e espessura dos pelos. As sessões são feitas uma vez por mês. O processo é um ouço dolorido, mas isso varia conforme a sensibilidade de cada um.

DICAS:

Primeiramente, use um esfoliante próprio para pele masculina. O processo ajuda a eliminar as células mortas e deixa a pele mais bonita.


Para fazer a barba, recomenda-se usar creme de barbear, pois a lâmina nunca deve entrar em contato com a pele. A função dele é amaciar o pelo, alguns produtos, por exemplo, ainda têm efeito hidratante para a pele.


Para evitar as irritações, a dica é nunca passar a lâmina em uma espinha, machucado ou inflamação. As lâminas devem ser novas, pois desta maneira cortam melhor os pelos e provocam menos ferimentos na pele.


Procure fazer a barba logo após o banho ou mesmo embaixo do chuveiro. Regule a temperatura da água para morna, o que ajuda a dilatar os poros e amolecer os fios. Água quente causa ressecamento e a fria dificulta o deslizar da lâmina.


Ao movimentar a lâmina, acompanhe o sentido em que os pelos crescem. Ao finalizar o processo, enxágue o rosto com água abundante e seque-o levemente com a toalha, sem esfregá-la.
Fonte: www.profashional.com

sábado, fevereiro 04, 2012

Lembranças do Verão



LEMBRANÇAS DO VERÃO
Por Adriana Rosa

A exposição ao Sol acarreta diversos problemas, mas um deles, notado mais especificamente no inverno, é o surgimento de manchas na pele. O que fazer para evitá-las ou eliminá-las?

A combinação Sol forte e céu azul aumenta a vontade de estarmos na praia ou na piscina nos refrescando e bronzeando a pele, certo? Mas o que era só alegria se transforma em transtorno quando o inverno chega e percebemos que o que sobrou do verão foram boas lembranças e uma pele com melanoses (manchas solares).

Apesar de ser mais comum o surgimento em pessoas de peles claras, nenhum fototipo está livre disso, por isso, o melhor a fazer é tomar todas as precauções para que elas não apareçam. Mas como isso é possível?

PELE BONITA E SAUDÁVEL

Sabemos que a melanose é um problema que ninguém quer ter, porém, vale lembrar que os raios solares são causadores de um mal muito maior: o câncer de pele. Infelizmente, os dados coletados na Campanha Nacional de Prevenção ao Câncer de Pele, mostram que os brasileiros estão longe de se proteger adequadamente do Sol.

Por mais que se saiba que o filtro solar é indispensável, muitos ainda não possuem o hábito de usar ou, a grande maioria, passa somente uma vez, esquecendo-se de aplicá-lo a cada três horas. Vale lembrar que o ideal é que o Fator de Proteção Solar (FPS) seja no mínimo 15; e um boné ou chapéu para proteger o rosto é muito bem-vindo!

A exposição elevada ao Sol causa um efeito crônico e cumulativo da radiação UV e é isso que faz com que as manchas apareçam. Os lugares mais suscetíveis ao surgimento delas são as mãos e o rosto, já que são as partes do corpo que ficam mais expostas aos raios solares.

E a proteção da pele vai além dos dias ensolarados em que você decide refrescar-se na praia ou na piscina. Segundo a dermatologista Dra. Adriana Vilarinho, o cuidado dever ser diário: “Devemos usar o protetor solar sempre, pois diariamente temos ação dos raios UVA, UVB e UVC. E o uso deve ser feito também por quem trabalha em ambientes fechados”, alerta a especialista.

A Dra. Adriana Vilarinho, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, acrescenta que, para evitar as manchas, é preciso, além do protetor, prestar atenção no menu diário: “Uma boa hidratação é fundamental para a manutenção de uma pele saudável”, alerta a doutora.

LIVRE-SE DAS MANCHAS

Se você não tomou os devidos cuidados e chegou no inverno com as manchas adquiridas no verão, saiba que existem diversos tratamentos para suavizar e, em muitos casos, até eliminá-las do seu rosto.

A Dra. Adriana nos conta o que é o ideal para deixar ainda melhor: “Devemos inicialmente preparar a pele com cremes clareadores e peelings, e depois podemos fazer tratamentos com laser que têm excelente efeito clareador”, diz.

Com o avanço da tecnologia, as opções são muitas: “A cada dia, é lançada no mercado uma variedade muito grande de tratamentos que prometem uma pele bonita e saudável. Cabe ao dermatologista avaliar qual produto é adequado para determinado tipo de pele, orientando os inúmeros tratamentos existentes no mercado, como, por exemplo, peelings, lasers, cirurgias, entre outros”, conta Dra. Luciana.

Então, o mais importante é você procurar um profissional e deixar a sua pele saudável em todas as estações do ano!

O QUE FAZER?

ALGUMAS PESSOAS TÊM ALERGIA AO PROTETOR SOLAR


Cada protetor solar é composto por diversas substâncias, podendo variar de um produto para o outro. O componente chamado PABA, por exemplo, contido em alguns protetores solares, pode causar alergia ao indivíduo de pele mais sensível. Também é recomendável o uso de óculos escuros, chapéus, roupas com proteção UV (raios ultravioletas), além de filtros solares físicos que contêm dióxido de titânio ou óxido de zinco. Atualmente, há produtos específicos para as pessoas alérgicas.

Fonte: Profashional Editora Ltda

quinta-feira, novembro 10, 2011

Acabe com o mofo

ACABE COM O MOFO!
Por Mirella Stivani

Viver numa casa com umidade é um perigo potencial para a saúde

O mofo é um visitante indesejável que chega a sua casa sem ser convidado. Em pouco tempo, podem se instalar em paredes, gavetas, armários, roupas, etc., deixando sua marca inconfundível. E a umidade é a principal culpada por sua proliferação.

O mofo é um fungo microscópio que se reproduz por meio de partículas vivas que flutuam no ar externo e interno de ambientes. Com o excesso de chuvas, o interior das casas e apartamentos pode ficar muito úmido, facilitando a reprodução das partículas e a formação de colônias.

Justamente por se tratar de fungos, o mofo afeta o sistema respiratório humano. “O excesso de umidade em locais fechados e pouca circulação, de ar podem facilitar a proliferação de mofo, o que pode favorecer as crises de asma e o desencadeamento da pneumonite de hipersensibilidade”, diz Dr. Bruno Baldi, pneumologista do Instituto do Coração e coordenador da Comissão de Doenças Intersticiais da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT). Esse risco é maior em pessoas vulneráveis, como idosos, crianças e gestantes.

“O mofo pode causar sintomas de alergia respiratória como asma e rinite alérgica e em alguns pacientes também pode desencadear conjuntivite. Na asma, o paciente tem sintomas como falta de ar, tosse, aperto no peito, dificuldade de respirar e sente o peito chiar. Na rinite alérgica, os principais sintomas são entupimentos nasais, coceira no nariz, espirros, coriza principalmente do tipo aquosa, mas também pode vir acompanhada de sintomas oculares, como coceira, vermelhidão e lacrimejamento, tosse e dor de cabeça”, ensina a médica Alergologista Maria de Fátima M. Fernandes.


COMO LIMPAR AS MANCHAS

Uma mancha de mofo desaparece com aplicação de vinagre, que evita seu reaparecimento. Se você tiver roupas armazenadas dentro de um armário que está encostado numa parede com umidade, elas podem cheirar mal. Uma maneira de remover o odor é lavá-las com suco de limão (verifique primeiro as instruções de lavagem) e secá-las ao Sol. As enzimas que são assim produzidas ajudam a matar as bactérias e eliminar o mau cheiro.

COMO EVITAR O MOFO

“Em casa que entra Sol não entra médico.” Em dias de chuva, o ideal é manter pelo menos uma fresta de janela aberta em cada ambiente para favorecer a circulação do ar. Além disso, é importante retirar tudo que favoreça a proliferação do mofo, como tapetes, cortinas e carpetes das áreas de maior umidade da casa. “Isso tudo abafa e compromete a circulação do ar”, explica Anna Gomes, professora de Design de Interiores do Centro de Educação Profissional de Design, Artes e Profissões (CEPDAP).

A especialista também indica que um dos cuidados é não deixar a mobília colada na parede, deixando pelo menos cinco centímetros de distância entre o móvel e a parede para favorecer a circulação. “No caso de armários embutidos, é preciso verificar se a empresa de móvel planejado já prevê a instalação de placas de isopor na parede. Em armários já instalados, caso não seja possível a retirada para colocar as placas de isopor, basta colocá-las no fundo”, ressalta. E continua: “Esta medida não irá eliminar o mofo, mas ajudará a manter o bolor afastado das roupas por mais tempo”, finaliza.

quarta-feira, abril 20, 2011

Aumente sua imunidade dentro de casa



Aumente sua imunidade dentro de casa
Localize os focos de doença e conserve sua saúde
Por Gabriela Pio

Sua saúde anda abalada? Quando o assunto é prevenção de doenças, é comum bater a preocupação em pegar o ônibus cheio que fica com os vidros fechados, usar banheiros públicos ou comer a comida de um restaurante desconhecido. Isso porque o medo de contaminação é maior quando ultrapassamos os limites "seguros" dos muros da casa onde moramos. Mas será que nosso lar é essa bolha de proteção mesmo?

Antes de observar o lado de fora, é preciso ficar atento aos detalhes que fazem com que a imunidade vá pelos ares. "Dentro de casa há utensílios considerados habitat ideal para o acúmulo de micro-organismos, como a tábua utilizada na cozinha para cortar alimentos, que é feita de madeira", explica o infectologista Milton Lapchik. A seguir, especialistas identificam os perigos domésticos para a sua saúde.

Cozinha: o vilão fica na pia de louças

Ela é feita para limpar, mas a esponjinha de lavar louças é o objeto que vira foco de bactérias na cozinha. Ao limpar pratos, talheres e panelas, por exemplo, ela também acumula fragmentos de alimentos e gordura, que junto com a umidade, acabam se transformando no lar ideal de microorganismos. Quem não foge a isso também é o pano de secar a pia.


Segundo Milton Lapchik, como são agregadores de bactérias e fungos, os dois utensílios deveriam ser descartáveis. Mas, como não é bem assim que funciona, a dica é higienizá-los bem, com sabão e água quente, e esperar que sequem para guardá-los em local seco e limpo. Porém, mesmo que a esponja e o paninho sejam higienizados, a troca precisa ser periódica. "Eles devem ser descartados quando a sujeira não puder ser removida ou antes de começarem a despedaçar", completa o infectologista.

A atenção vale também para tábuas de bater carne, rolo de macarrão, escorredores de louça e para o lixinho de pia: todos devem ser lavados com cloro ou água sanitária para eliminar micro-organismos e, depois de secos, armazenados em local arejado. Segundo o especialista, a limpeza é fundamental para eliminar qualquer resíduo dos utensílios. "As lixeiras devem ser limpas e desinfetadas após o uso, com álcool 70% ou cloro, e devem ser mantidas fechadas com a tampa", completa Milton Lapchik.


Sala: armadilha sob os pés

Tapetes e carpete também podem ser uma ameaça para a saúde, principalmente para o sistema respiratório. Dependendo do material utilizado na confecção, o próprio tecido pode desencadear alergias, ao soltar fiapos minúsculos no ambiente. Mas o que geralmente provoca reações alérgicas são os elementos que se depositam nele, como poeira, ácaros e pelos de animais. Segundo a pediatra Elza Yamada, o ideal é retirar os resíduos diariamente para que não haja o acúmulo. "Utilizar produtos adequados duas vezes por semana, além da limpeza diária, podem garantir um local limpo e sem riscos de ocasionar processos alérgicos", enfatiza a pediatra.
Quarto: os males da cama

Eles podem reunir ácaros, poeira e até células mortas do corpo. Quando mal conservados, os travesseiros, colchões e cobertas são verdadeiros depósitos de micro-organismos, causadores de alergias. Quanto maior o tempo desde a última higienização, maior a quantidade dessas partículas alojadas no local. Segundo a especialista, colchões e travesseiros de quem já tem pré-disposição para alergias precisam ainda mais de cuidados. "O ideal seria lavar as roupas de cama com frequência e colocar o colchão, travesseiros e edredons para tomar sol", explica a pediatra.


Banheiro: cuidado com a toalha

De acordo com Milton Lapchik, a toalha de rosto também pode acumular bactérias e fungos por ficar úmida por muito tempo e, além disso, como é usada por várias pessoas acaba tornando-se em um meio de transmissão desses micro-organismos. "Por esse motivo só devemos utilizar toalhas descartáveis em ambientes de serviços de saúde", explica o infectologista. Já em casa, a dica do especialista é de trocar as toalhas sempre que se encontrarem sujas ou que impossibilitem a limpeza correta.


quarta-feira, março 02, 2011

O mau hálito e suas ....


O mau hálito e suas relações com as doenças bucais e sistêmicas

Cerca de 75% dos casos de halitose (mau hálito) têm sua origem em um problema bucal. Outras causas do mau hálito são os distúrbios gástricos, infecções nos seios [maxilares/paranasais] e doença gengival grave? ? afirma o Dr. Mark Wolff, Ph.D., diretor de Odontologia Operativa da State University of New York, em Stony Brook.

O sucesso do tratamento depende da determinação de sua causa. Tão logo o dentista determine a causa, o tratamento pode começar.

O mau hálito pode ser causado por:

Fatores externos? alimentos, como cebola e alho, e bebidas, como café e álcool, e o fumo;
Má higiene bucal? quando a placa bacteriana e resíduos alimentares não são completamente removidos;
Enfermidade bucal? gengivite e doença periodontal;
Próteses totais? formação da placa e acúmulo de resíduos nas próteses, que precisam ser limpas diariamente;
Amígdalas? as fendas (criptas) mais largas das amígdalas podem permitir que os resíduos se acumulem na área;
Infecções do aparelho respiratório? garganta, seios [paranasais] e pulmões;
Boca seca (xerostomia)? que pode ser causada por problemas nas glândulas salivares, medicamentos, respiração pela boca, radioterapia e quimioterapia;
Doenças sistêmicas? diabetes, doenças renais/hepáticas, pulmonares e dos seios [maxilares/paranasais], distúrbios gastrintestinais;

Qual a relação entre doença bucal e doença sistêmica?

Pesquisas recentes sugerem que há uma relação entre doenças bucais e doenças sistêmicas (diabetes, doenças cardiovasculares, derrame cerebral, infecções respiratórias, mal de Alzheimer) e outras enfermidades. Quando o tecido gengival se inflama dando origem à gengivite, mediadores inflamatórios chamados citocinas, presentes no tecido gengival, podem passar para a saliva e serem aspirados para dentro dos pulmões. As bactérias responsáveis pela periodontite também podem penetrar no sistema circulatório e deslocar-se até outras partes do corpo. As bactérias bucais podem causar infecções secundárias ou a inflamação de outros tecidos ou sistemas orgânicos do corpo.

Quem você deve consultar, se tiver mau hálito?

Se achar que a causa de seu mau hálito é a dieta alimentar, consulte um nutricionista. Ele poderá ajudá-lo a modificar sua dieta. Se o problema for má higiene bucal e você tiver gengivite, (inflamação da gengiva) ou periodontite (perda do osso que sustenta os dentes), consulte seu dentista e peça instruções sobre como melhorar a higiene bucal.

Se o problema for infecção das amígdalas ou uma infecção respiratória, siga as recomendações de seu clínico geral ou de um especialista em ouvido, nariz e garganta (otorrinolaringologista) ou doenças do pulmão e trato respiratório (pneumologista).

Nos Estados Unidos, a maioria das pessoas tem a sensação de boca seca devido a medicamentos, disfunção das glândulas salivares ou ao fato de estarem passando por tratamento de câncer com rádio ou quimioterapia. Por favor, consulte seu médico, cirurgião maxilofacial ou oncologista e siga as orientações que lhe derem sobre os produtos que podem aliviar os sintomas da boca seca.

As pessoas que têm diabetes, problemas renais, hepáticos ou distúrbios gastrintestinais devem consultar um clínico geral, um urologista ou gastroenterologista para saber como reduzir o mau hálito. Entrem em contato com seu dentista e peça informações sobre a especialidade médica indicada para resolver seu problema de mau hálito.

quarta-feira, dezembro 01, 2010

1º de Dezembro - Dia Mundial de Luta contra AIDS



“Combate ao Preconceito e ao Estigma”

Transformar o 1º de dezembro em Dia Mundial de Luta Contra a Aids foi uma decisão da Assembléia Mundial de Saúde, em outubro de 1987, com apoio da Organização das Nações Unidas - ONU. A data serve para reforçar a solidariedade, a tolerância, a compaixão e a compreensão com as pessoas infectadas pelo HIV/Aids. A escolha dessa data seguiu critérios próprios das Nações Unidas. No Brasil, a data passou a ser adotada a partir de 1988.

O preconceito e a discriminação contra as pessoas vivendo com HIV/Aids são as maiores barreiras no combate à epidemia, ao adequado apoio, à assistência e ao tratamento da Aids e ao seu diagnóstico. Os estigmas são desencadeados por motivos que incluem a falta de conhecimento, mitos e medos. Ao discutir preconceito e discriminação, o Ministério da Saúde espera aliviar o impacto da Aids no País. O principal objetivo é prevenir, reduzir e eliminar o preconceito e a discriminação associados à Aids. O Brasil já encontrou um modelo de tratamento para a Síndrome de Imunodeficiência Adquirida, que hoje é considerado pela OMS (Organização Mundial de Saúde) uma referência para o mundo. Agora nós, brasileiros, precisamos encontrar uma forma de quebrarmos os preconceitos contra a doença e seus portadores e sermos mais solidários do que somos por natureza. Acabar com o preconceito e aumentar a prevenção devem se tornar hábitos diários de nossas vidas.

O que é AIDS

Uma deficiência no sistema imunológico, associada com a infecção pelo vírus da imunodeficiência humana HIV – (Human Immunodeficiency Virus), provocando aumento na susceptibilidade a infecções oportunísticas e câncer.

Transmissão:
- o vírus HIV pode ser transmitido pelo sangue, sêmen, secreção vaginal, leite materno;
- relações sexuais homo ou heterossexuais, com penetração vaginal, oral ou anal, sem proteção da camisinha, transmitem a Aids e outras doenças sexualmente transmissíveis e alguns tipos de hepatite;
- compartilhamento de seringas entre usuários de drogas injetáveis;
- transfusão de sangue contaminado;
- instrumentos que cortam ou furam, não esterilizados;
- da mãe infectada para o filho, durante a gravidez, o parto e a amamentação.

Tratamento:
Atualmente a terapia com os chamados “anti-retrovirais” proporciona melhoria da qualidade de vida, redução da ocorrência de infecções oportunísticas, redução da mortalidade e aumento da sobrevida dos pacientes. (Os anti-retrovirais são medicamentos que suprimem agressivamente a replicação do vírus HIV).

Fique sabendo:
A Aids não é transmitida pelo beijo, abraço, toque, compartilhando talheres, utilizando o mesmo banheiro, pela tosse ou espirro, praticando esportes, na piscina, praia e, antes de tudo, não se pega aids dando a mão ao próximo, seja ele ou não soropositivo.

Fontes:
Programa Nacional de DST e Aids do Ministério da Saúde.
Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal

segunda-feira, setembro 27, 2010

Gelatina e seus benefícios


Gelatina: benefícios não só para a dieta
Saiba como esse pozinho pode ajudar o seu organismo
Por Minha Vida

Ela ganhou a fama de ser o alimento número 1 quando o assunto é dieta. Saborosa, refrescante, hipocalórica, que ajuda a combater aquela vontade aguda por doces e guloseimas e ainda, de baixo custo e fácil preparação. Sim, a gelatina é tudo isso. Mas se engana quem pensa que ela deve estar inserida apenas no cardápio das pessoas preocupadas com os ponteiros da balança. Na verdade, os benefícios dessa delícia são bem maiores do que possam imaginar. Duvidam? Pois então vamos desmistificar o que há por trás daquele simples pozinho.

A gelatina é composta praticamente de aminoácidos (proteínas), que ajudam na síntese e na renovação do colágeno. Dos indispensáveis para o organismo, dez precisam ser adquiridos através da alimentação porque o nosso metabolismo não consegue sintetizá-los. Para ter uma idéia da importância da gelatina, ela possui nove tipos deles, faltando apenas o triptofano (precursor da serotonina), o neurotransmissor que nos deixa feliz.

Se consumida regularmente, ela auxilia na redução dos níveis de colesterol no sangue, triglicérides e controla a glicemia. Por ser rica em proteína, ela fortalece os ossos e previne o organismo de doenças como a osteoporose. Ela promove também uma maior resistência física aos desportistas. E mais: colabora para a manutenção da juventude, deixando cabelo, unhas e pele mais bonitos. Ainda não está convencido do poder da gelatina? Então dá uma olhadinha nos detalhes abaixo.

Por que ela faz bem?
Por ser principal fonte de colágeno substância que tem como função impedir a deformação dos tecidos que fazem parte da estrutura de ossos, pele, cartilagens e tendões, a gelatina tem um papel importante na prevenção e no tratamento de doenças, como artrose e osteoporose. Também é bastante utilizada na recuperação de pessoas submetidas a procedimentos cirúrgicos, pois é um excelente agente cicatrizante. O ideal é ingerir dois potes por dia ou bater no liquidificador uma colher de sopa de gelatina em pó com um pote de iogurte. Pronto, sua manutenção de colágeno está garantida!

Composição:
A matéria-prima da gelatina é o colágeno, geralmente extraído da pele, tendões, ossos e cartilagens dos mamíferos. Embora os seres humanos sejam mamíferos, não se obtêm colágenos deles. Ideal nas dietas: Um dos benefícios dessa delícia é que ela é isenta de gordura. Das variadas marcas disponíveis no mercado, cada 100g fornecem 380 kcal, estas vindas praticamente dos carboidratos. A mesma quantidade, mas na versão diet , além de ser isenta de carboidratos, fornece aproximadamente 7 kcal, obtidas exclusivamente das proteínas. A diet é isenta de carboidratos. Por isso, se você está de regime opte sempre pela versão sem açúcar. No entanto, é interessante variar os sabores para não enjoar. Outra vantagem dessa delícia é que ela retarda o esvaziamento do estômago, deixando a pessoa saciada e hidratada por mais tempo. E ainda: dificulta a absorção dos carboidratos e das gorduras pelo estômago e pelos intestinos.

Pele mais firme
Você já deve ter ouvido falar que, quando envelhecemos ou emagrecemos, nossa pele vai perdendo elasticidade e firmeza. Isso acontece por conta do enfraquecimento gradativo do colágeno, que exerce essa função estrutural de sustentação e preenchimento da pele. Com uma dieta rica em proteínas (lembre-se, gelatina é proteínas), atividade física e pouca exposição solar é possível melhorar a saúde, como fortalecer unhas, ter um cabelo brilhante e a pele mais saudável. No entanto, é importante salientar: não existem milagres na área da saúde! Ou seja, não basta consumir grande quantidade de gelatina diariamente sem mudar o estilo de vida precário. Portanto, não esperem pelo milagre da gelatina que não vai funcionar.

Na mesa
Por apresentar facilidade em ser convertida para a forma sólida e líquida por meio do aquecimento, ela torna-se um produto ideal para fazer ou acompanhar sobremesas como gomas, caramelos, iogurtes, mousses, tortas, bolos e sorvetes. Além de ganhar na praticidade em prepará-la, a gelatina pode dar um charme todo especial ao doce por ser colorida e se adaptar facilmente a qualquer formato. Isso, claro, sem contar de todos os benefícios à sua saúde já citados anteriormente.

Em cápsulas
Hoje já é possível encontrar, em farmácias especializadas, as gelatinas em cápsulas. Elas apresentam os mesmos benefícios da gelatina em pó, porém, as versões em cápsulas são mais eficientes para a formação de colágeno por serem pura e sem adição de corantes. Quanto à absorção, as do tipo em pó são absorvidas em maior velocidade. A desvantagem da encapsulada é que para se obter 10g (dose mínima diária) é necessária a ingestão de 20 cápsulas, enquanto na versão em pó, a mesma quantidade é obtida em apenas uma colher de sobremesa. Sempre as utilize com a indicação de um profissional de saúde capacitado, pois a dose pode variar de acordo com a necessidade de cada organismo.

Não existe contra-indicação para o consumo da gelatina, mas os diabéticos devem ter atenção especial para não consumirem as versões não diet . Já para os alérgicos a determinados componentes, o ideal é sempre consultar um especialista antes de consumi-la. O mesmo é recomendado para as pessoas que sofrem de insuficiência renal, para evitar sobrecargas renais.

Garantir a saúde e a beleza do nosso corpo é uma tarefa que requer mais do que o consumo a determinados alimentos. É, sobretudo, a combinação de práticas saudáveis adotadas no nosso dia-a-dia, como alimentação equilibrada, prática de atividades físicas, uso de protetor solar e hidratante e evitar hábitos prejudiciais à saúde como consumir cigarros, drogas e bebidas alcoólicas. Devemos sempre partir da premissa de que só quem ama é que cuida de verdade. Portanto, ame-se e seja feliz!

segunda-feira, setembro 20, 2010

Ansiedade


Ansiedade excessiva prejudica a memória
Doença atinge células nervosas e compromete regiões do cérebro responsáveis por lembranças antigas
Por Minha Vida

Uma pesquisa realizada pela Rutgers University (EUA) revelou que a ansiedade atinge diretamente o funcionamento das células nervosas que transmitem os impulsos aos neurônios responsáveis pela memória de fatos antigos.

Foram avaliadas 100 pacientes, dos quais 60 apresentavam um quadro agudo de ansiedade e 40 não tinham nenhum distúrbio emocional.

Após testes com questionários e exercícios como caça palavras, jogos de memória e palavras cruzadas, os pacientes tiveram que relatar lembranças de sua infância e de acontecimentos mais antigos.

Dos 60 pacientes ansiosos, 45 apresentaram falhas na memória na hora do relato e apenas cinco dos 40 não ansiosos apresentaram o mesmo problema.

Os pesquisadores acreditam que a resposta para tais resultados está na ação da ansiedade no hipocampo e no córtex pré-frontal, região do cérebro essencial para a memória e ricos em receptores que são desativados pela ansiedade.

O próximo passo agora é analisar até que ponto os medicamentos para a ansiedade amenizam a perda de memória ou se é necessário o uso de outros medicamentos específicos.

quarta-feira, setembro 15, 2010

Memória



Memória em dia: alimentos que estimulam o cérebro
Eles melhoram a concentração e ajudam a aumentar seu rendimento nos estudos
Por Especialistas


A fisetina é uma substância que se encontra no morango, pêssego, uva, kiwi, tomate, maçã e também na cebola e espinafre. Segundo o Instituto Salk, na Califórnia (EUA), essa substância vem sendo considerada fundamental para manter a memória jovem, porque sua função é estimular a formação de novas conexões entre os neurônios (ramificações) e fortalecê-las. Os alimentos deste grupo contêm substâncias que facilitam a comunicação entre os neurônios, aumentando também a capacidade de pensar, se concentrar, aprender e memorizar. Confira abaixo alguns nutrientes e minerais amigos do cérebro:

- Zinco, Selênio, Ferro e Fósforo: Sais minerais que participam de inúmeras trocas elétricas e mantêm o cérebro acordado e ativo (elétrico). Presente em todas as sementes e grãos, em raízes e nas folhas verde escuro, iogurtes.

- Vitamina E: Poderosa ação antioxidante. Presente em todas as sementes e grãos, como também em óleos vegetais prensados a frio.

- Vitamina C: Famosa ação antioxidante. Presente nas sementes frescas e cruas que foram pré-geminadas, assim como na maioria das frutas.

- Vitaminas do complexo B: Regulam a transmissão de informações (as sinapses) entre os neurônios, presente nas sementes e nas fibras dos alimentos integrais e proteínas.

- Bioflavonoides: São polifenois com forte ação antioxidante. Além das sementes, são encontrados também no limão, frutas cítricas, uva e nas folhas verde escuro.

- Colina: Participa da construção da membrana de novas células cerebrais e na reparação daquelas já lesadas. Presente na gema do ovo e em todas as sementes e grãos (predominância na soja), como também em óleos vegetais prensados a frio.

- Acetil-colina: Um neurotransmissor, fundamental para as funções de memorização no hipocampo. Presente na gema do ovo e em todas as sementes e grãos (predominância na soja), como também em óleos vegetais prensados a frio.

- Fitosterois: Estimulante poderoso do sistema de defesa do organismo, reduzindo proliferação de células tumorais, infecções e inflamações. Presente em todas as sementes e grãos, como também em óleos vegetais prensados a frio.

- Fosfolipídeos (entre eles a Lecitina): Funcionam como um detergente, desengordurando todos os sites por onde passa. Além disso, participam na recuperação das estruturas do sistema nervoso e da memória. Presente em todas as sementes e grãos (predominância na soja), como também em óleos vegetais prensados a frio.

- Ômega-3: Funciona como um antiinflamatório poderoso, evitando a morte dos neurônios. Existem somente três fontes: os peixes de águas frias e profundas e as sementes de linhaça e prímula.

- Carboidratos: A glicose é a energia exclusiva do cérebro. Por isso, ficar muito tempo sem comer carboidratos diminui a atividade mental. Carboidratos complexos (pão, batata, grãos) são absorvidos mais lentamente, fornecendo energia de forma regular. Já o açúcar dos doces é absorvido tão rapidamente que é armazenado como gordura, sem fornecer energia de modo constante.

- Cafeína: É um potente estimulante do sistema nervoso central. Tem efeitos positivos, como aumento da disposição física e diminuição do sono. Em excesso, causa danos à memória. Café e chá verde.

- Triptofano: Aminoácido que atua no sono e na performance cerebral. Pode ser encontrado no leite, queijo branco, nas carnes magras e nozes.

segunda-feira, maio 24, 2010

Envelhecimento x Atividade Física


Envelhecimento acompanhado de atividade física afia o cérebro
Caminhada e natação diminuem os riscos de transtorno cognitivo leve
Por Especialistas

É bastante comum vermos pessoas colocando a culpa de suas queixas de memória no cérebro que não é mais jovem. Na verdade, o envelhecimento cerebral normal provoca apenas discretas mudanças no desempenho cognitivo após os 50-60 anos de idade, muitas vezes só detectáveis através de testes rigorosos. Na maioria das vezes, porém, as queixas de memória têm mais relação com quadros de ansiedade, depressão, transtornos do sono e o estresse do dia-a-dia do que com doenças cerebrais propriamente ditas.

Infelizmente, algumas pessoas à medida que envelhecem começam a ter queixas de memória de forma mais intensa, podendo evoluir para a demência. A definição de demência é o acometimento de diversas dimensões do pensamento que chega a comprometer a capacidade de um indivíduo em realizar suas atividades habituais. Entre o envelhecimento cerebral normal e a demência, podemos encontrar pessoas que estão no meio do caminho, e essa é uma condição chamada de transtorno cognitivo leve.

Idosos com transtorno cognitivo leve costumam apresentar dificuldades significativas de memória com outras funções cognitivas preservadas, sem que isso atrapalhe de forma expressiva suas atividades diárias. Outros apresentam uma variante em que a memória é preservada enquanto outras funções estão acometidas. Nem todas as pessoas que apresentam transtorno cognitivo leve apresentarão demência no futuro, mas a maioria apresentará sim. A cada ano, cerca de 10-15% de idosos com diagnóstico de transtorno cognitivo leve receberá o diagnóstico de demência, comparado a 1-2% para idosos sem o problema.

No segundo estudo, pesquisadores da Universidade de Washington ofereceram um programa de atividade física para 33 idosos com o diagnóstico de transtorno cognitivo leve com média de idade de 70 anos. Uma parte dos idosos recebeu um treinamento aeróbico intenso, de 45-60 minutos por dia, enquanto outra parte realizava apenas alongamento supervisionado, sem elevação da freqüência cardíaca. Após seis meses de treinamento, aqueles que foram submetidos à atividade física intensa apresentaram melhora das funções cognitivas quando comparados ao grupo que ficou restrito ao alongamento. E os efeitos positivos foram ainda mais significativos entre as mulheres, o que pode ser explicado por diferentes efeitos no metabolismo das mulheres, como foi demonstrado na produção e utilização de insulina, glicose e hormônio cortisol.


Já conhecemos uma série de efeitos positivos da atividade física sobre o funcionamento do cérebro, mas vale lembrar também da questão comportamental, já que bons hábitos costumam atrair outros. Indivíduos envolvidos em programas regulares de atividade física têm mais chance de se alimentar melhor, de ficar longe dos excessos e hábitos prejudiciais à saúde e de seguir as orientações médicas.

Conteúdo por:
Dr Ricardo Teixeira
Especialidade: Neurologista

segunda-feira, maio 10, 2010

Envelhecimento Saudável


Envelhecimento Saudável Como detectar

Às vezes elas se instalam de forma silenciosa. É fundamental estar atento pois podem ser tratadas e curadas quando detectadas precocemente. De acordo com os Indicadores de Fragilização na Velhice para o Estabelecimento de Medidas Preventivas, da profa. Yeda Aparecida de Oliveira Duarte (2006) devem ser observados cinco pontos:

1: Caminhar mais lento, passos menores, diminuição do equilíbrio
2: Perda do apetite e ou de peso (cerca de 5% em um ano)
3: Fadiga constante, ficar parado a maior parte do tempo

4: Diminuição da força muscular
5:Perda de interesse pelas atividades diárias, humor variável

Vitalidade emocional e mental
A saúde emocional e mental está intimamente relacionada à saúde física, já que a mente tem grande poder sobre o corpo. O estado físico também afeta o modo como nos sentimos e agimos. Por isso, o convívio social pode fazer grande diferença na forma como você se sente. Com o passar dos anos, é natural que você deixe de fazer algumas atividades.

O importante é não ficar sem fazer nada e sim substituir as atividades. Se você corria e não tem mais pique para isso, busque outras formas de se exercitar: caminhe, ande de bicicleta, nade.

Atividade física: proteja e melhore sua saúde emocional e cognitiva através de exercícios físicos regulares. Enquanto a prática de exercícios produz mudanças químicas no corpo que melhoram o humor e o estado geral das pessoas, o sedentarismo pode trazer ou ampliar problemas como depressão, ansiedade e estresse.

Atividade social: mantenha contato com amigos e familiares. Procure sair de casa e fazer programas prazerosos com quem você gosta. Pessoas que têm uma boa rede de amigos e um convívio social ativo têm mais chances de terem sucesso quando passam por um problema de saúde do que aquelas que vivem isoladas.

Atividade mental: proteja ou melhore sua memória e inteligência

Desafie sua inteligência diariamente. Leia, aprenda a tocar um instrumento ou a falar uma nova língua, faça palavras cruzadas, monte quebra-cabeças, jogue jogos de estratégia com seus amigos. Assim como o corpo, o cérebro precisa se manter ativo.
Ajude sua memória. Escreva datas, nomes e outras informações importantes que você geralmente esquece. Coloque seus itens de uso diário, como óculos e chaves, sempre no mesmo local. Quando aprender um novo nome, repita-o para fixá-lo em sua memória.
Previna o aparecimento da depressão. Faça exercícios físicos e mantenha o convívio social.
Não fume

Saiba quando se preocupar com a perda de memória.
Fala-se que a perda de memória é a segunda coisa que acontece quando ficamos velhos. Qual a primeira: Hum, esqueci! A piada é boba, mas é realmente comum que os idosos tenham mais dificuldade em memorizar e se lembrar de coisas, embora esse problema possa atingir também pessoas mais jovens.

Especialistas dizem que a perda de memória é algo extremamente normal, especialmente em idosos. Se você esquece coisas simples, isso não significa necessariamente, por exemplo, que você está desenvolvendo o mal de Alzheimer. Assim como você, inúmeras pessoas perdem a chave do carro ou da casa, não se lembram em que vaga do estacionamento do shopping pararam seus carros e também esquecem o nome de pessoas às quais acabaram de ser apresentadas.

Memória é a habilidade para se lembrar normalmente de fatos e eventos em nossas vidas e ela acontece em três estágios?

1º: Codificação. É quando a pessoa recebe a informação.
2º: Consolidação. Quando o cérebro pega a informação recebida, processa e armazena em alguma de suas partes.
3º: Recuperação. Estágio no qual a pessoa busca aquela informação armazenada.

Ainda que alguns lapsos de memória sejam considerados naturais pelos médicos, é preciso checar a condição de cada pessoa, já que esse tipo de perda de memória do dia-a-dia é o mesmo que acontece nos estágios iniciais do mal de Alzheimer.

Tempo: o pior inimigo da memória
Medo de tudo e perda de memória são acontecimentos que fazem parte de ficar velho. A perda de memória, contudo, pode começar bem antes dos cinqüenta anos. A memória é traiçoeira e pode faltar mesmo quanto somos jovens. De fato, assim que ouvimos uma informação e tentamos retê-la, a memória já passa a se deteriorar. É preciso estar sempre alerta, porque não é fácil se lembrar da grande quantidade de informações à qual temos acesso hoje em dia. Se o esquecimento for mais sério e a pessoa não se lembrar, por exemplo, de ter conhecido alguém, são grandes as chances de ela estar desenvolvendo o mal de Alzheimer.

Memória: use-a ou perca-a
Por mais que lapsos de memória possam ser considerados normais, a verdade é que ninguém gostar de passar por essas situações. Especialistas concordam que a melhor maneira de manter o cérebro em forma é exercitá-lo sempre. Fazer atividades que exigem o uso do cérebro, reduzir o estresse, praticar exercícios físicos e ter uma dieta saudável ajudam a manter sua memória e capacidade de raciocínio apuradas.

Algumas coisas que podem ajudar a aprimorar a memória:
Foque sua atenção: esquecimento pode indicar que você tem muita coisa em sua cabeça. Reduza o ritmo e foque em uma coisa por vez.
Reduza o estresse: estresse pode pôr em risco áreas do cérebro responsáveis pelo processo de memorização e concentração.
Durma bem: uma boa noite de sono é importante porque a fadiga por alterar o poder de memorização.

Quando procurar um médico?
O mal de Alzheimer é uma doença progressiva que afeta as áreas do cérebro relacionadas à memória, inteligência, julgamento, fala e comportamento. Enquanto não é uma forma precisa de localizar o dano que a doença causa no cérebro, existem algumas formas de diagnosticar se a perda de memória é algo normal ou se está relacionada à doença. Para os médicos, esquecimentos normais são:
Esquecer partes de uma experiência
Esquecer onde você parou o carro
Esquecer alguns eventos do passado distante
Esquecer o nome de uma pessoa, mas se lembrar posteriormente

Esquecimentos mais sérios, inclusive os que podem ser frutos do mal de Alzheimer, incluem:
Esquecer por completo uma experiência
Esquecer como dirigir um carro ou ler um relógio
Esquecer eventos recentes
Esquecer que conheceu uma pessoa
Confusão mental
Progressão dos sintomas acima citados

Outras causas de perda de memória:
Se você pensa que seus esquecimentos não são tão normais assim, pode ser que você tenha algum dos problemas abaixo:
Estresse e ansiedade
Transtorno de déficit de atenção por atividade
Depressão
Alcoolismo
Falta de vitamina B12
Infecções
Use drogas (ilegais ou prescritas)

A boa notícia é que a perda de memória associada a alguma dessas condições é quase sempre temporária e reversível.

Distúrbios do sono
Mais da metade dos homens e mulheres com mais de 65 anos reclamam de algum problema relacionado ao sono. Muitos idosos sofrem de insônia com freqüência. Conforme ficamos mais velhos, nossos padrões de sono se modificam. Em geral, pessoas idosas dormem menos, têm o sono mais descontínuo e passam menos tempo nos estágios de sono profundo e de sonho do que pessoas mais jovens. No entanto, independentemente da sua idade, uma boa noite de sono é essencial para renovar as energias e fazer com que o corpo e a mente estejam equilibrados.

O que causa as desordens do sono em idosos?
Uma série de fatores pode contribuir para isso. As causas mais comuns são: Hábitos pobres de sono: padrões irregulares de sono e vigília. Consumir álcool antes de dormir pode aumentar o tempo de vigília e dificultar o sono. Dormir durante a tarde pode ter o mesmo efeito negativo.

Doenças: certas moléstias crônicas são comuns em pessoas idosas e podem trazer maior dificuldade de se pegar no sono e de se ter uma boa noite de descanso
Medicações: alguns remédios, principalmente aqueles que têm princípios estimulantes, podem dificultar o sono e levar à insônia.
Distúrbios psiquiátricos e problemas psicológicos: a velhice é caracterizada por uma série de diferentes eventos, alguns deles positivos, outros negativos. Por conta disso, algumas pessoas idosas passam por dificuldades psicológicas ou por desordens psiquiátricas que afetam a qualidade e a quantidade de sono.
Mudanças ou acontecimentos como a morte de um ente querido, mudança para um asilo ou limitações físicas podem causar estresse e dificuldades para dormir.

Doenças do sono: apnéia, síndrome das pernas inquietas e desordem do comportamento do sono REM, podem estar associadas à velhice em alguns casos
Aposentadoria: é comum que as pessoas aposentadas façam menos atividades em seu dia e isso pode levar a um padrão irregular de sono e vigília e a problemas crônicos de sono. Muitas vezes a pessoa inverte o horário de dormir, ou dorme durante a tarde e depois tem dificuldade em pegar no sono à noite.

Você está dormindo o suficiente?
Cada pessoa tem uma relação específica com o sono. Alguns precisam de oito, dez horas de sono para se sentirem renovados. Outros ficam satisfeitos com cinco, seis horas de sono. Pode ser que você esteja dormindo menos tempo do que quando era mais jovem. Mas, se você sente-se descansado e com energia durante o dia, pode ser que agora o seu corpo precise de menos tempo dormindo para se restabelecer. Se você, no entanto, notar que tem dormido pouco e que isso está afetando suas atividades diárias, converse com seu médico.

Saúde dos olhos: catarata
Catarata é uma doença que atinge o cristalino do olho, estrutura que serve como uma lente para enxergarmos. A catarata faz com que o cristalino fique opaco e a visão seja prejudicada.

O que causa a catarata?
Os olhos têm um funcionamento muito parecido com o de uma câmera fotográfica. Os raios de luz entram pela frente do olho, passam pela córnea, pela pupila e pelo humor aquoso um fluido transparente até chegar ao cristalino. Ele então direciona os raios de luz para focar o objeto que está sendo visto em direção à retina, que fica na parte de trás do olho. Dali, a retina, o nervo ótico e o cérebro processam as imagens e formam a visão. A catarata acontece quando há um acúmulo de proteína no cristalino que faz com que ele fique embaçado. Isso faz com que a luz não passe mais por essa espécie de lente como antes e causa problemas na visão, como falta de nitidez. Não se sabe, porém, o que causa o acúmulo de proteína nessa estrutura do olho.

Os tipos de catarata são:
Senil: aparece em idosos
Congênita: alguns bebês já nascem com a doença, decorrente de uma infecção que tiveram quando ainda estavam na barriga da mãe. Se a grávida contrair rubéola ou toxoplasmose, as chances do bebê nascer com catarata são maiores Secundária: acontece como resultado de doenças, medicações (uso de corticóides e diuréticos por longos períodos) e exposição prolongada a substâncias tóxicas Traumática
Do diabético: inicia-se em jovens com diabetes e se acentua com o passar dos anos. A perda visual é mais rápida do que na catarata senil Fumar, consumir muito álcool e estar em contato permanente com ambientes poluídos também pode levar à catarata.

Quais os sintomas?
Visão embaçada
Miopia repentina
Mudanças na visão das cores, especialmente a amarela
Problemas para dirigir à noite
Visão dupla
Incômodo com a claridade

Como diagnosticar a doença?
Uma série de testes será feita pelo seu oftalmologista. Um exame para ver como está sua visão será necessário. É possível também que ele dilate sua pupila para examinar de forma mais profunda as condições de seu olho e analisar, inclusive, o estado do cristalino.

Como tratar a catarata?
Os exames clínicos ajudaram seu médico a determinar como a catarata afetou sua visão. Se a visão ainda está aceitável, óculos, com lentes bifocais, deverão ser prescritos e eliminarão a necessidade de cirurgia nesse momento. Se a perda de visão for muito grande e continuar mesmo com o uso de óculos, você pode começar a pensar em uma cirurgia para curar a catarata. O médico removerá o cristalino danificado e o substituirá por um de plástico.

É possível prevenir a catarata?
Como a causa da doença é desconhecida (do acúmulo de proteína no cristalino) não há um método de prevenção que tenha se mostrado realmente eficaz. O ideal é que você visite seu oftalmologista anualmente. Assim, se tiver algum problema de visão, ele poderá ser tratado no início, o que reduzirá os efeitos negativos da doença.

Depressão na velhice
Depressão na terceira idade é algo muito comum, ainda que não seja um processo natural do envelhecimento. Muitos idosos não são diagnosticados com depressão, porque seus sintomas podem ser confundidos com os de outras doenças que aparecem nessa fase da vida.

Quais as diferenças entre a depressão que atinge jovens e a que atinge idosos?
A depressão em pessoas mais velhas freqüentemente coexiste com outras doenças. Além disso, o avanço da idade é geralmente acompanhado de perda de pessoas chaves da vida dos idosos como esposas, maridos, irmãos, pais. Muitas pessoas também se mudam de casa ou passam a morar em clínicas. Como é normal esperar que os idosos reduzam seu ritmo de vida e passem a fazer menos atividades e a terem menos interesse, médicos e familiares podem deixar passar uma doença psiquiátrica mais séria, como a depressão.

Essa doença tende a durar mais em idosos. A depressão também dobra os riscos de eles terem problemas cardíacos e reduz a capacidade de se recuperar de doenças. Idosos com depressão também correm mais risco de suicidar-se do que jovens adultos e adolescentes. Por isso é importante ter certeza de que o idoso está tendo o tratamento correto.

Quais os fatores de risco para depressão em idosos?
Alguns fatores que aumentam o risco de depressão nessa idade:
Ser mulher
Ser separado (a)
Passar por eventos estressantes
Ter doenças como: hipertensão, fibrilação arterial, diabetes, câncer
Morar sozinho ou estar socialmente isolado
Ter alguma dor crônica ou aguda
Ter muito medo da morte

Pessoas que desenvolvem o primeiro episódio de depressão na velhice quase sempre apresentam pequenas áreas anormais no cérebro com minúsculas manchas que podem indicar que aquela parte do cérebro não está recebendo a quantidade suficiente de sangue. Isso pode aumentar as chances de se ter depressão, ainda que a pessoa não apresente nenhum dos sintomas acima mencionados.

Quais os tipos de tratamento para depressão em idosos?

Medicamentos antidepressivos: a maior parte dos antidepressivos age de forma igual em adultos mais jovens e em idosos. O problema é que os riscos de efeitos colaterais são maiores nos mais velhos. Também é comum que eles demorem mais tempo para fazer efeito e, como os idosos também são mais sensíveis, o médico provavelmente começará o tratamento com doses menores de remédio.

Psicoterapia: boa parte das pessoas depressivas acredita que a ajuda de familiares e amigos, o envolvimento com grupos de apoio e psicoterapia podem ser muito úteis. A psicoterapia é uma ótima opção para os pacientes que não querem tomar remédios ou que não podem fazê-lo devido aos efeitos colaterais.

Terapia eletroconvulsiva: é uma forma de tratamento utilizada nos casos de depressão profunda. Como alguns idosos também não podem tomar remédios tradicionais como antidepressivos, o médico pode indicar esse tipo de tratamento. Essa terapia causa uma convulsão generalizada no sistema nervoso central por meio de corrente elétrica.




quinta-feira, abril 08, 2010


Sais minerais e vitaminas merecem destaque na 3ª idade
Eles atuam na prevenção de males da saúde e mantêm a harmonia do organismo

Não dá para evitar o envelhecimento, no entanto, é possível driblar alguns efeitos que a idade tem sobre a saúde, montando os pratos certos na juventude (como medida preventiva) e na própria terceira idade (como forma de manutenção). Ou seja, seguindo uma alimentação balanceada, dá para passar longe das doenças que acometem pessoas mais velhas, como a osteoporose, o diabetes e as doenças cardíacas.

Dentre os métodos preventivos, dá para citar um cardápio recheado de alimentos fontes de sais minerais. Eles são uma boa pedida para evitar o enfraquecimento ósseo. O mais famoso deles é o cálcio, mas fósforo e magnésio também desempenham papel importante na batalha contra a osteoporose.

Recorrer aos peixes, vegetais folhosos e escuros, tofu, leite e derivados são formas diferentes de obter cálcio. Já o fósforo, é encontrado nos ovos, carnes, grãos integrais e queijos. Enquanto o magnésio pode ser absorvido se legumes e verduras verdes, cereais integrais e oleaginosas (nozes, castanhas) estiverem presentes na rotina alimentar.

A recomendação de cálcio e fósforo é de 1.200 miligramas e 700 miligramas por dia, respectivamente. Enquanto a de magnésio é de 320 miligramas diários para mulheres e 420 miligramas para homens. Veja, a seguir, alguns exemplos da quantidade encontrada em determinados alimentos.

Cálcio
1 copo (200 ml): 240 mg
1 fatia (30 g): 120 mg
1 pote de iogurte natural (110 g): 175 mg

Fósforo
100 g de coxão mole cru: 276 mg
100 g coxa de frango: 166 mg
100 g de aveia em flocos: 130 mg

Magnésio
100 g de castanha de caju: 160 mg
100 g de amêndoa torrada: 304 mg
100 g nozes pecan: 128 mg

Mudanças no organismo, adaptação no cardápio

Falando do time que garante a manutenção da saúde já na terceira idade, a lista é um pouco maior. O primeiro passo é ter a consciência de que a composição do organismo muda com o passar dos anos. Bons exemplos de mudanças são a diminuição da massa muscular e o aumento do tecido adiposo.

Entre tantas modificações, a necessidade calórica também entra na jogada. Os especialistas afirmam que, a cada dez anos depois dos 50, a pessoa consome 10% a menos das calorias totais do menu diário. Isso significa que uma pessoa de 50 anos que consome 1.800 calorias por dia, vai precisar de apenas 1.440, quando chegar aos 70. Isso ocorre justamente por causa da perda de massa magra. Quanto menor a quantidade de músculos, menor a necessidade de energia.

Os idosos que não atendem à diminuição calórica que o organismo exige, podem sofrer com excesso de peso, principalmente, se forem sedentários. Os quilos a mais levam a conseqüências mais sérias, como o desenvolvimento de doenças cardiovasculares e diabetes. Para evitar todos esses males, fique atento aos nutrientes que não podem faltar no prato.

Fibras

Elas garantem o bom funcionamento do intestino e por se unirem ao açúcar dos alimentos, fazendo com que ele demore mais tempo para cair na corrente sanguínea, são ótimas aliadas dos diabéticos. Para encontrá-las, basta incluir verduras, legumes, frutas e aveia nas refeições.

Potássio

Pesquisas mostram que o consumo de potássio está associado à diminuição da pressão arterial. Banana, abacate, água-de-coco, brócolis e cenoura são boas opções de fonte do mineral. A recomendação é de 4.700 miligramas por dia. Uma banana média, por exemplo, fornece 467 mg.

Vitamina B12

Encontrada nos ovos, fígado, leite e seus derivados, ela participa da formação das células vermelhas do sangue e, além disso, mantém os nervos saudáveis. As doses diárias ideais para idosos são de 2,4 microgramas por dia. Em um bife médio de carne vermelha dá para obter 2.1 mcg.

Vitamina D

Peixes são ótimas fontes da vitamina que auxilia na absorção do cálcio e fósforo, protegendo o corpo contra a osteoporose. Por isso, a vitamina D deve fazer parte do cardápio dos idosos, resultando em 15 microgramas diários. Uma xícara de leite fortificado com vitamina D oferece 2.5 mcg.

Vitamina E

Ela entra em ação na batalha contra as doenças do coração, já que combate os radicais livres (moléculas que se acumulam nas artérias, causando entupimento). Para encher o prato de vitamina E, é só contar com os óleos vegetais, gema de ovo, peixes e verduras. A quantidade suficiente para a vitamina E desempenhar suas funções é de 15 de 15 miligramas diários. Meia xícara de cenoura picada contém 385 mcg.

Zinco

O mineral encontrado nas carnes, germe de trigo, grãos integrais e ostras funciona como uma barreira do corpo diante das infecções, já que o zinco faz parte de diversas enzimas que atuam no sistema imunológico. A recomendação diária de consumo é de 11 miligramas para homens e 8 miligramas para mulheres.

quarta-feira, fevereiro 03, 2010

Mitos sobre o ronco


Acabe com os mitos sobre o ronco
A visita ao dentista pode gerar resultados para o distúrbio
Por Especialistas

O distúrbio do sono que mais incomoda cônjuges, parceiros, filhos ou até mesmo - nos casos mais graves - vizinhos, é sem dúvida o ronco. Depois de muita reclamação, as pessoas que roncam demais buscam saída em médicos otorrinolaringologistas, quando, na maioria dos casos, a solução está na visita a um dentista. Esse desconhecimento é comum, pois a Odontologia do Sono ainda não é tão disseminada nos pacientes que sofrem de ronco. Mas este cenário já está mudando. Vamos aproveitar este espaço para desmistificar algumas crenças a respeito o ronco, e também para esclarecer algumas verdades sobre este mal.

O ronco é mais freqüente em quem dorme de barriga para cima
Não necessariamente. De barriga para cima, os músculos tendem a obstruir a garganta com maior facilidade aumentando a dificuldade da passagem do ar e as chances do ronco. Mudar de posição pode ajudar a resolver o problema nos casos mais leves. Na maioria das vezes o ronco acontece em qualquer posição. Como o ronco pode gerar consequências graves, a mudança da posição não deve ser considerada com tratamento sem a indicação de um especialista.

Roncar separa casais
Verdade. Os cônjuges sofrem com o barulho e acabam tendo insônia, passando o dia cansados, sonolentos, com todas as consequências de uma noite não dormida. Imagine isso, repetidamente, durante anos. Na maioria dos casos, os casais passam a dormir separados.

Roncar é sinal de sono profundo
Mito. É exatamente o contrário, quem ronca não dorme bem, não atinge sono profundo, não tem sono reparador, não relaxa e não descansa. Pode ainda ter apneia do sono.

Roncar pode causar disfunção erétil
Verdade. O corpo do roncador, por não descansar bem, acaba perdendo energia e causando mais cansaço. Essas condições podem levar a problemas de ereção, desde que tenha apnéia do sono.

O ronco pode causar apneia
Verdade. Roncar não é normal e é sinal de apneia do sono (falta de ar por mais de 10 segundos).

Apneia é perigoso
Verdade. A apneia fragmenta o sono e altera os níveis de oxigênio no sangue gerando conseqüências graves para a saúde e a qualidade de vida como: hipertensão e problemas cardiovasculares, cansaço e sonolência diurna, depressão, irritabilidade, diminuição da concentração e do raciocínio, diminuição da libido e impotência sexual; e ainda aumenta muito a chance de acidentes no trabalho e no trânsito.

Ronco não tem solução
Mito. O ronco é um distúrbio de saúde e do sono de natureza crônica e pode ser tratado com um aparelho oral de eficácia comprovada. O aparelho estimula a musculatura da língua, da garganta e do céu da boca, impedindo o estreitamento e fechamento da via aérea quando respiramos. Dessa forma o ronco é controlado e o indivíduo não desenvolve as conseqüências do ronco.

O ronco pode causar problemas cardio-vasculares
Verdade. Hoje sabemos que só o ronco, mesmo sem apneia, pode gerar problemas na artéria carótida por causa da vibração frequente dos músculos do canal de passagem do ar, acontecer muito perto da carótida. A carótida pode ficar calcificada e pode acontecer o acidente vascular cerebral, o derrame.

O dentista do sono é o especialista mais indicado para solucionar o ronco
Verdade. A placa ou aparelho intra-oral é um ótimo tratamento para o ronco quando bem realizado e bem acompanhado pelo especialista. O aparelho mudará o relaxamento dos músculos da garganta e manterá as vias aéreas abertas para a passagem do ar.

Como se dá o tratamento do ronco
Por incrível que possa parecer, próteses ou aparelhos nos dentes feitos especificamente para o paciente com distúrbios do sono, são métodos altamente eficazes para eliminar o problema. Primeiramente, peço um estudo detalhado que pode ser feito em Clínicas de Exame do Sono, cujo responsável é um médico do sono. Com esse diagnóstico, temos condições de saber os níveis de ronco e se existem outros distúrbios do sono presentes, como a própria apneia ou o bruxismo do sono.

O aparelho oral é confeccionado de acordo com o tipo de arcada dental de cada indivíduo. Existem vários tipos de aparelhos, escolhidos após uma avaliação das condições orais e faciais que incluem um exame odontológico completo da boca, dos dentes e gengivas, dos músculos da face e da mastigação e articulação da mandíbula - a ATM. Com o aparelho, o ar vai passar por uma garganta ou via aérea mais aberta, livre da resistência provocada pelo relaxamento dos músculos aumentados nos indivíduos com ronco e apneia do sono.

Conteúdo por:
Dr Eduardo Rollo Duarte
Especialidade: Dentista

terça-feira, dezembro 08, 2009

Insônia


7 hábitos simples para mandar a insônia embora

Ler um livro chato e tomar um chá (morno!) são medidas que pode ajudam a pegar no sono

Passou a noite virando de um lado para o outro e sem conseguir pregar o olho? Se o corpo sofre com a sonolência e lentidão durante o resto do dia, pior fica a mente, que está sempre cansada e cheia de horas de sono atrasada.

Ocasionada por diversos fatores, a insônia afeta crianças e adultos e pode ser controlada com soluções simples, porém, se o caso for crônico, caracterizando um distúrbio mais grave, apenas um tratamento com especialistas em distúrbios do sono poderá resolver.

"Se ela é mais simples, ou seja, dura menos de 20 dias, pode ser tratada com pequenas mudanças de hábitos. Caso seja crônica, com mais de 20 dias de duração, é melhor procurar tratamento médico adequado", explica o neurologista Shigueo Yonekura, do Instituto de Medicina e Sono.

A insônia não se caracteriza pela quantidade de horas dormidas, mas sim pela qualidade das hora de sono.

Shigueo explica que não há um padrão rígido para determinar a quantidade de horas de sono necessárias para uma vida saudável, porém, adotou-se usar como parâmetro algo entre 6 a 8 horas por noite para adultos, 9 a 10 horas para crianças e 6 horas para pessoas acima de 60 anos.

"Tem gente que dorme 6 horas por noite e se sente bem, outras precisam de 10 horas. Depende de uma série de fatores. O importante é se sentir bem disposto ao longo do dia", explica o neurologista. A seguir, o especialista dá dicas de hábitos que ajudam a driblar a insônia.

1. Livro chato
Boa para o corpo e para a mente, a leitura ajuda a melhorar a insônia, porém, devem-se tomar alguns cuidados na hora de escolher o livro de cabeceira: "Na maioria dos casos, a leitura ajuda a pegar no sono, mas recomendamos livros menos complexos e interessantes. Prefira ler coisas que não chamem sua atenção ao ponto de despertar sua curiosidade, senão, o efeito será contrário", explica o neurologista.

2. Trilha sonora
Escutar uma música antes de dormir pode ajudar a embalar o seu no sono, porém, músicas muito agitadas podem causar o efeito contrário e fazer com que você perca o sono e sinta vontade de sair dançando. "É melhor ouvir algo mais calmo, que te faça relaxar. Um ritmo mais acelerado vai te deixar agitado", diz Shigueo.

"Outro ponto que atrapalha é interromper o sono para trocar o CD ou mudar de estação, isso faz com que você prejudique seu sono e poderá se sentir cansado depois", continua o neurologista.

"Evite beber chá muito quente antes de dormir, pois elevam a temperatura corporal, dificultando o sono".

3. Chá tem que ser morninho
Os chás, que não são à base de cafeína, em geral, ajudam a relaxar e por isso são bons indutores do sono, mas o alerta fica para a temperatura da bebida: "Um chá de camomila ou erva-doce, por exemplo, faz bem porque relaxa, só que as altas temperaturas elevam a temperatura corporal e isso também pode causar insônia.Por isso, prefira chás gelados ou em temperatura ambiente e evite bebidas muito quentes antes de dormir", diz o neurologista.

4. Massagem
"A massagem ajuda a dormir porque relaxa os músculos e a mente. Uma das maiores causas da insônia, hoje em dia, é o estresse e as tensões acumuladas. A massagem é benéfica porque alivia estes sintomas", explica Shigueo.

5. Hora do leitinho
Shigueo Yonekura explica que o leite é rico em triptofano, um aminoácido que essencial para a síntese de serotonina, o hormônio do bem-estar. Por isso, consumir o alimento relaxa e garante uma noite tranquila.

6. Hora da malhação
Praticar exercícios físicos sem dúvida ajuda a amenizar a insônia, porém, Shigueo explica que existem restrições ao estilo e ao horário do treino: "É muito saudável e eficaz praticar exercícios físicos, só que os treinos devem ocorrer pelo menos duas horas antes do horário de ir dormir e não podem ser competitivos, senão, despertaram seu corpo e sua mente", explica o neurologista. "O ideal é praticar esportes mais leves, caso seja difícil praticá-los duas horas antes de dormir",continua.

7. Meditação
"Assim como a massagem, a meditação também acalma a mente e traz uma ótima sensação de bem-estar, por isso, a noite de sono fica ainda mais tranqüila", diz Shigueo.

A meditação permite equilibrar seus estados físicos, mental e emocional. Com ela, é possível livrar a mente das preocupações que invadem o pensamento durante à noite e roubam o sono.

- Obesidade: "durante a noite produzimos a leptina, um inibidor natural de apetite. Quando não dormimos, cai a produção deste hormônio e a pessoa fica mais propensa a ganhar peso", explica o neurologista.

-Envelhecimento precoce e dificuldade de crescimento: Shigueo explica que é também durante o sono que produzimos o GH, hormônio do crescimento, responsável pelo crescimento do nosso corpo e pela elasticidade da nossa pele.

-Baixa de testosterona: outra consequência da insônia, para os homens, é a baixa da produção de testosterona, diminuindo a libido. "É durante o sono que repomos muitos de nossos hormônios, se dormimos mal, deixamos de produzi-los de maneira natural", diz Shigueo.

- Memória e concentração: além do cansaço e da irritabilidade, a pessoa que sofre de insônia também apresenta dificuldades de concentração e memorização de fatos recentes. Para Shigueo Yonekura, isso acontece porque interrompemos um processo natural de memorização e aprendizado. "É durante o sono que gravamos o que aprendemos ao longo do dia. Se o sono falha, a memória e a concentração ficam prejudicadas", finaliza.